A liturgia daquele 2º domingo de setembro de 2020 dava-nos a ouvir breves e incisivas frases da Carta aos Romanos: “Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.” A minha memória foi tomada pela letra de uma canção que povoou o meu imaginário juvenil – um sentido grito de liberdade!





