AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Bispos de Moçambique pedem fim de “violência, crimes políticos e desrespeito pela democracia”

Questionando legitimidade das eleições

Bispos de Moçambique pedem fim de “violência, crimes políticos e desrespeito pela democracia”

Indignados com as “fraudes grosseiras” que dizem ter-se verificado nas eleições do dia 9 de outubro e chocados com o “bárbaro assassinato de duas figuras políticas” na passada sexta-feira, os bispos católicos de Moçambique publicaram esta terça-feira, 22, um comunicado em que apelam ao fim da “violência, dos crimes políticos e do desrespeito pela democracia” no país. “Tenhamos a coragem de enveredar pelo diálogo e de repor a verdade dos factos”, pedem.

Crescem os ataques a minorias religiosas no Bangladesh

Motivos por esclarecer

Crescem os ataques a minorias religiosas no Bangladesh

As minorias religiosas do Bangladesh têm sido alvo de ataques desde o início das revoltas que derrubaram a primeira-ministra Sheikh Hasina, em 5 de agosto. Entre as minorias religiosas deste país, 90 por cento do qual é muçulmano, contam-se os hindus, os budistas e os cristãos (0,6% segundo a ONG evangélica Open Doors).

Tragédia de Gaza: quem quer calar a revolta dos jovens?

Tragédia de Gaza: quem quer calar a revolta dos jovens?

Os mais trágicos acontecimentos, como o que ocorre neste momento em Gaza, são frequentemente cenários em que, a par das mais primitivas e aviltantes formas de mal, se descobrem sinais da grandeza da alma humana. Essa grandeza expressa-se em gestos e testemunhos de quem é capaz de vencer a indiferença e o medo, arriscando o futuro e até a própria vida.

Cantamos à mesa

Cantamos à mesa

«Enquanto os membros do 1143 faziam saudações nazi e gritavam “Salazar, Salazar”, os contramanifestantes gritaram frases sobre o 25 de Abril. Além dos antifascistas, pessoas que passavam pelo local, um dos mais movimentados da cidade, juntaram-se ao coro. Cidadãos do Porto que acompanharam os atos afirmaram ao DN que “há muitos anos” não viam nada semelhante na Invicta.» DN, 6 de abril de 2024. [Texto de Sara Leão]

Apenas 10% de portugueses participaram em manifestações nos últimos cinco anos

“A Liberdade como Bandeira”

Apenas 10% de portugueses participaram em manifestações nos últimos cinco anos

Apenas 10% dos portugueses participaram em reuniões ou manifestações públicas nos últimos cinco anos, concluiu um inquérito realizado para a Amnistia Internacional Portugal. Os temas dos direitos dos trabalhadores, do emprego e desemprego foram os que mais mobilizaram, seguidos de políticas de saúde, habitação, manifestações pela paz ou contra a guerra, ou o custo de vida.

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

Este texto surge como uma reflexão que preciso de fazer e partilhar, depois de me ter sido dito, por uma pessoa que pertence à hierarquia da Igreja, que tinha de escolher entre seguir esta instituição ou “outras ideologias” incompatíveis. Esta bifurcação foi-me apresentada depois de ter falado da importância dos movimentos cristãos participarem em acções populares cuja procura se encontra com o Evangelho. (Opinião de Raquel Luíz).

Bispos de Moçambique pedem fim de “violência, crimes políticos e desrespeito pela democracia”

Questionando legitimidade das eleições

Bispos de Moçambique pedem fim de “violência, crimes políticos e desrespeito pela democracia”

Indignados com as “fraudes grosseiras” que dizem ter-se verificado nas eleições do dia 9 de outubro e chocados com o “bárbaro assassinato de duas figuras políticas” na passada sexta-feira, os bispos católicos de Moçambique publicaram esta terça-feira, 22, um comunicado em que apelam ao fim da “violência, dos crimes políticos e do desrespeito pela democracia” no país. “Tenhamos a coragem de enveredar pelo diálogo e de repor a verdade dos factos”, pedem.

Crescem os ataques a minorias religiosas no Bangladesh

Motivos por esclarecer

Crescem os ataques a minorias religiosas no Bangladesh

As minorias religiosas do Bangladesh têm sido alvo de ataques desde o início das revoltas que derrubaram a primeira-ministra Sheikh Hasina, em 5 de agosto. Entre as minorias religiosas deste país, 90 por cento do qual é muçulmano, contam-se os hindus, os budistas e os cristãos (0,6% segundo a ONG evangélica Open Doors).

Tragédia de Gaza: quem quer calar a revolta dos jovens?

Tragédia de Gaza: quem quer calar a revolta dos jovens?

Os mais trágicos acontecimentos, como o que ocorre neste momento em Gaza, são frequentemente cenários em que, a par das mais primitivas e aviltantes formas de mal, se descobrem sinais da grandeza da alma humana. Essa grandeza expressa-se em gestos e testemunhos de quem é capaz de vencer a indiferença e o medo, arriscando o futuro e até a própria vida.

Cantamos à mesa

Cantamos à mesa

«Enquanto os membros do 1143 faziam saudações nazi e gritavam “Salazar, Salazar”, os contramanifestantes gritaram frases sobre o 25 de Abril. Além dos antifascistas, pessoas que passavam pelo local, um dos mais movimentados da cidade, juntaram-se ao coro. Cidadãos do Porto que acompanharam os atos afirmaram ao DN que “há muitos anos” não viam nada semelhante na Invicta.» DN, 6 de abril de 2024. [Texto de Sara Leão]

Apenas 10% de portugueses participaram em manifestações nos últimos cinco anos

“A Liberdade como Bandeira”

Apenas 10% de portugueses participaram em manifestações nos últimos cinco anos

Apenas 10% dos portugueses participaram em reuniões ou manifestações públicas nos últimos cinco anos, concluiu um inquérito realizado para a Amnistia Internacional Portugal. Os temas dos direitos dos trabalhadores, do emprego e desemprego foram os que mais mobilizaram, seguidos de políticas de saúde, habitação, manifestações pela paz ou contra a guerra, ou o custo de vida.

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

Este texto surge como uma reflexão que preciso de fazer e partilhar, depois de me ter sido dito, por uma pessoa que pertence à hierarquia da Igreja, que tinha de escolher entre seguir esta instituição ou “outras ideologias” incompatíveis. Esta bifurcação foi-me apresentada depois de ter falado da importância dos movimentos cristãos participarem em acções populares cuja procura se encontra com o Evangelho. (Opinião de Raquel Luíz).

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidade

No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunal

EUA

Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunal novidade

A arquidiocese de St. Louis, no Missouri (EUA), intentou uma ação contra o Governo federal por ver os seus padres impedidos de distribuir a comunhão e ouvir em confissão os detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, no acrónimo em inglês) internados no Centro de Detenção do Condado de Ste. Genevieve.

“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

“Depressa passas de bestial a besta” novidade

“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.