AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Os desafios dos bispos em França

Os desafios dos bispos em França

“Ao padre que sabe muito e fala bem ainda lhe falta o coração e a humanidade.” Um bom mote do cardeal António Marto para alguns artigos meus anteriores e que abre caminho para aprofundar o que é “ter vocação” – e não só para sacerdote ou consagrado. É também uma boa maneira de abordar o tema da sexualidade perante os escândalos na hierarquia da Igreja Católica (não só, infelizmente).

Os desafios dos bispos em França

“E juntou-se aos seus antepassados…”

Ser próximo de quem se vai despedindo traduz-se num estímulo para continuar com mais ardor a verdadeira missão no mundo de quem nos passa o testemunho, por mais jovem ou desprotegido que seja. As nossas festas e diversões, estudo ou trabalho duro, manifestações de amizade e amor… tudo pode ser feito de maneira a tornar melhor o mundo que nos foi entregue. E deixando boas dicas para quem nos sucederá.

Os desafios dos bispos em França

O meu Credo sempre renovado

O Sínodo católico de 2021-23 alerta para a falta de congruência entre o que professamos e o como vivemos. Ora o Credo de Niceia é sobretudo uma tentativa de justificação filosófica do desenvolvimento histórico da maneira de compreender o Deus professado e vivido por Jesus Cristo. Mas as suas posições dogmáticas tornaram-se belicosas, como se alguns “chefes” católicos quisessem gritar a condenação de todos os crentes que, de modo diferente, respeitam o mistério de Deus e a inteligência humana.

Os desafios dos bispos em França

Críticas a “Igrejas que afastam de Deus?”

Recebi várias críticas ao artigo em referência, duas delas cuidadosamente analíticas. Organizo-as em parágrafos (vários deles pertencem ao mesmo crítico), seguidos de breve comentário. De facto, devo a muitos padres uma excelente educação e formação. Mas também devo dizer que muitos outros falhavam, até perigosamente, no campo das relações humanas.

Os desafios dos bispos em França

Igrejas que afastam de Deus?

Igrejas que afastam de Deus? São aquelas que não sabem ligar o sagrado ao profano. E porquê? Porque faltam “padres cultos e capazes de dialogar”, como dizia recentemente, com toda a naturalidade, Lídia Jorge. Utilizo “igrejas” não no sentido de templo ou instituição hierárquica, mas de comunidades dos crentes em Jesus Cristo. E baseio-me livremente nos vários artigos relacionados com Dimas de Almeida, publicados recentemente no 7MARGENS.

O pão nosso de crianças cegas

O pão nosso de crianças cegas

É o meu rito dominical: nas manhãs do canal France2, saborear a missa católica sem esquecer algumas amostras das cerimónias do islão, protestantismo, judaísmo e budismo, de que procuro tirar o maior proveito.

O pão nosso de crianças cegas

“O grito”

Quem não conhece a pintura a óleo de Edvard Munch, que é posta a par da Mona Lisa? Como é possível que uma tela inerte, fechada em si, no silêncio perpétuo, arraste o nosso olhar como quem é atraído pelo mais tremendo grito de solidão? Quantas vezes na vida sentimos que somos um grito que perdeu a voz? Não haverá ninguém que nos ouça?

A Páscoa é sempre “pagã”

A Páscoa é sempre “pagã”

A Páscoa é sempre pagã / Porque nasce com a força da primavera / Entre as flores que nos cativam com promessas de frutos. / Porque cheira ao sol que brilha na chuva / E transforma a terra em páginas cultivadas / Donde nascem os grandes livros, os pensamentos / E as cidades que se firmam em pactos de paz.

Os desafios dos bispos em França

Os desafios dos bispos em França

“Ao padre que sabe muito e fala bem ainda lhe falta o coração e a humanidade.” Um bom mote do cardeal António Marto para alguns artigos meus anteriores e que abre caminho para aprofundar o que é “ter vocação” – e não só para sacerdote ou consagrado. É também uma boa maneira de abordar o tema da sexualidade perante os escândalos na hierarquia da Igreja Católica (não só, infelizmente).

Os desafios dos bispos em França

“E juntou-se aos seus antepassados…”

Ser próximo de quem se vai despedindo traduz-se num estímulo para continuar com mais ardor a verdadeira missão no mundo de quem nos passa o testemunho, por mais jovem ou desprotegido que seja. As nossas festas e diversões, estudo ou trabalho duro, manifestações de amizade e amor… tudo pode ser feito de maneira a tornar melhor o mundo que nos foi entregue. E deixando boas dicas para quem nos sucederá.

Os desafios dos bispos em França

O meu Credo sempre renovado

O Sínodo católico de 2021-23 alerta para a falta de congruência entre o que professamos e o como vivemos. Ora o Credo de Niceia é sobretudo uma tentativa de justificação filosófica do desenvolvimento histórico da maneira de compreender o Deus professado e vivido por Jesus Cristo. Mas as suas posições dogmáticas tornaram-se belicosas, como se alguns “chefes” católicos quisessem gritar a condenação de todos os crentes que, de modo diferente, respeitam o mistério de Deus e a inteligência humana.

Os desafios dos bispos em França

Críticas a “Igrejas que afastam de Deus?”

Recebi várias críticas ao artigo em referência, duas delas cuidadosamente analíticas. Organizo-as em parágrafos (vários deles pertencem ao mesmo crítico), seguidos de breve comentário. De facto, devo a muitos padres uma excelente educação e formação. Mas também devo dizer que muitos outros falhavam, até perigosamente, no campo das relações humanas.

Os desafios dos bispos em França

Igrejas que afastam de Deus?

Igrejas que afastam de Deus? São aquelas que não sabem ligar o sagrado ao profano. E porquê? Porque faltam “padres cultos e capazes de dialogar”, como dizia recentemente, com toda a naturalidade, Lídia Jorge. Utilizo “igrejas” não no sentido de templo ou instituição hierárquica, mas de comunidades dos crentes em Jesus Cristo. E baseio-me livremente nos vários artigos relacionados com Dimas de Almeida, publicados recentemente no 7MARGENS.

O pão nosso de crianças cegas

O pão nosso de crianças cegas

É o meu rito dominical: nas manhãs do canal France2, saborear a missa católica sem esquecer algumas amostras das cerimónias do islão, protestantismo, judaísmo e budismo, de que procuro tirar o maior proveito.

O pão nosso de crianças cegas

“O grito”

Quem não conhece a pintura a óleo de Edvard Munch, que é posta a par da Mona Lisa? Como é possível que uma tela inerte, fechada em si, no silêncio perpétuo, arraste o nosso olhar como quem é atraído pelo mais tremendo grito de solidão? Quantas vezes na vida sentimos que somos um grito que perdeu a voz? Não haverá ninguém que nos ouça?

A Páscoa é sempre “pagã”

A Páscoa é sempre “pagã”

A Páscoa é sempre pagã / Porque nasce com a força da primavera / Entre as flores que nos cativam com promessas de frutos. / Porque cheira ao sol que brilha na chuva / E transforma a terra em páginas cultivadas / Donde nascem os grandes livros, os pensamentos / E as cidades que se firmam em pactos de paz.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidade

Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest