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“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

Salvé Nossa Senhora com o Menino

O nosso querido e ilustre teólogo Frei Bento Domingues refere-se a Nossa Senhora como: a « grande Mãe» do divino e do humano, realçando ainda a estrutura e cultura maternal do povo português. Na sua liturgia dominical, católicos, e.g., maronitas comparam Maria à “boa Terra”. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

As noites silenciosas e divinas de Fátima

Caminhávamos de véspera, roupa, cobertores, alimentos à cabeça e nas mãos. Atravessávamos Amor, Conqueiros, Gândara dos Olivais, Leiria, almoçávamos nas escadas da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Leiria, e continuávamos a caminhar, Cortes, Soutocico, Chainça e lá chegávamos à tardinha à Cova de Iria. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

“Encantado jardim da minha infância”

No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

Testemunho de criança agora adulta

Nasci na terra, bem como os meus antepassados, nas variadas regiões do globo, e os meus pais morreram na terra. Entendes? No chão. Não havia parteiras, muito menos Maternidades. A minha mãe Maria era a personificação cristã da mulher e mãe. Desde pequenina acompanhava o pai dela nos trabalhos agrícolas, casou e continuava a acompanhar o meu pai no campo, quando ele estava presente. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

Entre Margens

Mãe Terra: Sementeiras e plantações

A Mãe Terra é uma metáfora para energias criativas, em que a Mãe é identificada com a Terra. A Mãe Terra pode ser interpretada como expressando ideias num sentido mais amplo, transmitindo não tanto a ideia de maternidade física, mas uma visão do mundo que se volta para a Terra e para a Alma, num espírito de regeneração. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

Entre Margens

A propósito da Laudato Si’: um comentário

Temos que estar particularmente atentos ao funcionamento sexista da linguagem. Utilizando sistematicamente uma palavra de género masculino, as de género feminino são inevitavelmente invisibilizadas, esquecidas e marginalizadas. Impõe-se, portanto, estarmos atentos/atentas. [Texto de Maria Aldina Brás].

Jardim Romântico: Parque D. Carlos I

Jardim Romântico: Parque D. Carlos I

O Sol brilhava, inundando de luz toda aquela vastidão e eu caminhava pela Terra batida. De um e outro lado, a relva verde, muito bem regada, as frondosas e transcendentais árvores de folhas verdes e algumas com flores amarelas, rosa, laranja, rosa alaranjadas, arroxeadas, douradas, inúmeras e belas esculturas, algumas das quais profundamente significativas. Os pássaros chilreavam.

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

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O nosso querido e ilustre teólogo Frei Bento Domingues refere-se a Nossa Senhora como: a « grande Mãe» do divino e do humano, realçando ainda a estrutura e cultura maternal do povo português. Na sua liturgia dominical, católicos, e.g., maronitas comparam Maria à “boa Terra”. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

As noites silenciosas e divinas de Fátima

Caminhávamos de véspera, roupa, cobertores, alimentos à cabeça e nas mãos. Atravessávamos Amor, Conqueiros, Gândara dos Olivais, Leiria, almoçávamos nas escadas da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Leiria, e continuávamos a caminhar, Cortes, Soutocico, Chainça e lá chegávamos à tardinha à Cova de Iria. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

“Encantado jardim da minha infância”

No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

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Nasci na terra, bem como os meus antepassados, nas variadas regiões do globo, e os meus pais morreram na terra. Entendes? No chão. Não havia parteiras, muito menos Maternidades. A minha mãe Maria era a personificação cristã da mulher e mãe. Desde pequenina acompanhava o pai dela nos trabalhos agrícolas, casou e continuava a acompanhar o meu pai no campo, quando ele estava presente. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

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A Mãe Terra é uma metáfora para energias criativas, em que a Mãe é identificada com a Terra. A Mãe Terra pode ser interpretada como expressando ideias num sentido mais amplo, transmitindo não tanto a ideia de maternidade física, mas uma visão do mundo que se volta para a Terra e para a Alma, num espírito de regeneração. [Texto de Maria Aldina Brás].

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Temos que estar particularmente atentos ao funcionamento sexista da linguagem. Utilizando sistematicamente uma palavra de género masculino, as de género feminino são inevitavelmente invisibilizadas, esquecidas e marginalizadas. Impõe-se, portanto, estarmos atentos/atentas. [Texto de Maria Aldina Brás].

Jardim Romântico: Parque D. Carlos I

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O Sol brilhava, inundando de luz toda aquela vastidão e eu caminhava pela Terra batida. De um e outro lado, a relva verde, muito bem regada, as frondosas e transcendentais árvores de folhas verdes e algumas com flores amarelas, rosa, laranja, rosa alaranjadas, arroxeadas, douradas, inúmeras e belas esculturas, algumas das quais profundamente significativas. Os pássaros chilreavam.

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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