Em 1997, preparava-se para se encontrar com João Paulo II no Vaticano, mas soube que o protocolo obrigava a esposa a ficar à porta, por ser divorciado. Recusou a visita, que só se concretizaria sete anos depois. Mas esse foi um episódio que não maculou a abertura de espírito de Jorge Sampaio em relação às religiões, às culturas, à urgência da paz, do respeito pelos direitos humanos e da solidariedade. O antigo Presidente morreu nesta sexta-feira. O Governo decretou três dias de luto nacional.










