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Jorge Sampaio (1939-2021): “Pés na terra, coração no lugar e olhar num futuro melhor”

Antigo Presidente morre aos 81 anos

Jorge Sampaio (1939-2021): “Pés na terra, coração no lugar e olhar num futuro melhor”

Em 1997, preparava-se para se encontrar com João Paulo II no Vaticano, mas soube que o protocolo obrigava a esposa a ficar à porta, por ser divorciado. Recusou a visita, que só se concretizaria sete anos depois. Mas esse foi um episódio que não maculou a abertura de espírito de Jorge Sampaio em relação às religiões, às culturas, à urgência da paz, do respeito pelos direitos humanos e da solidariedade. O antigo Presidente morreu nesta sexta-feira. O Governo decretou três dias de luto nacional.

Xexão (um poema e uma evocação em Lisboa)

No 30º dia após o falecimento de Maria da Conceição Moita, a comunidade da Capela do Rato, em Lisboa, vai celebrar, a 30 de Abril, às 19h, eucaristia evocando a sua vida. Tendo em conta as regras de segurança em vigor, e o número restrito de lugares na capela, é necessária uma inscrição prévia, que deve ser feita na página digital da Capela do Rato.

A Deus, Xexão

A Deus, Xexão

O sorriso da Xexão já não está entre nós – e o nosso mundo ficou mais desamparado.
O Eugénio de Andrade que me desculpe, mas o último verso está errado: o que apetecia mesmo era viver naquele sorriso. Esse sorriso acolhedor e tranquilo, inteligente e sábio, que abria a porta e nos fazia sentir em casa.

Voto de pesar pela morte de Xexão Moita proposto no Parlamento

Voto de pesar pela morte de Xexão Moita proposto no Parlamento

O Parlamento deverá aprovar na próxima quinta-feira, 8 de Abril, um voto de pesar pela morte de Maria da Conceição Moita, voz da vigília na Capela do Rato contra a guerra colonial e uma das últimas presas políticas do Estado Novo, que morreu na madrugada do passado dia 30, terça-feira, soube o 7MARGENS.

Empurremos o Mundo!

Empurremos o Mundo!

O dia 30 de Março amanheceu inteiro e limpo como há muito não se via. “…a Xexão voou nas asas da luz para o outro lado das águas.” Foi com este salmo tão bonito que, ao romper de aurora, soube pelo irmão Luís Moita, que a minha tão querida amiga Xexão tinha partido. E agora? Que sensação de orfandade esta.

Voto de pesar pela morte de Xexão Moita proposto no Parlamento

“Viver com um encantamento” – um testamento espiritual de Xexão Moita

No final das exéquias de Maria da Conceição Moita, conhecida entre familiares, amigos e vários círculos por Xexão, celebradas na manhã deste dia 2 de Abril, Sexta-feira Santa no calendário cristão, a família quis partilhar o texto que ela deixara. Uma espécie de testamento espiritual, que o 7MARGENS aqui reproduz com autorização da família.

Maria da Conceição Moita (1937-2021): libertadora da nossa liberdade

Maria da Conceição Moita (1937-2021): libertadora da nossa liberdade

Quando estava a ser torturada pela polícia política do Estado Novo, Conceição Moita reagiu: “Podem fazer o que quiserem que continuarei a lutar. Nem que tenha 80 anos quando sair daqui, vou continuar a lutar. E vocês hão-de cair!” Saiu de lá pouco depois, viveu até quase completar 84 anos, sempre a lutar. Pela liberdade, pela justiça, pela dignidade e pela paz.

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No 30º dia após o falecimento de Maria da Conceição Moita, a comunidade da Capela do Rato, em Lisboa, vai celebrar, a 30 de Abril, às 19h, eucaristia evocando a sua vida. Tendo em conta as regras de segurança em vigor, e o número restrito de lugares na capela, é necessária uma inscrição prévia, que deve ser feita na página digital da Capela do Rato.

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Voto de pesar pela morte de Xexão Moita proposto no Parlamento

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O Parlamento deverá aprovar na próxima quinta-feira, 8 de Abril, um voto de pesar pela morte de Maria da Conceição Moita, voz da vigília na Capela do Rato contra a guerra colonial e uma das últimas presas políticas do Estado Novo, que morreu na madrugada do passado dia 30, terça-feira, soube o 7MARGENS.

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O dia 30 de Março amanheceu inteiro e limpo como há muito não se via. “…a Xexão voou nas asas da luz para o outro lado das águas.” Foi com este salmo tão bonito que, ao romper de aurora, soube pelo irmão Luís Moita, que a minha tão querida amiga Xexão tinha partido. E agora? Que sensação de orfandade esta.

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