Com a modernidade e a pós-modernidade surge um conflito entre a vida e o seu significado, causado pelos problemas centrais da civilização ocidental. O fim das metanarrativas que levavam à construção de ideais ao serviço de princípios e valores comuns, ou seja, o fim de qualquer universal de pensamento, leva a uma visão totalmente individual do sujeito autónomo, que cria a sua própria identidade, mas que não resiste às modas, à “mesmidade”, ao pensamento único. [Texto de Maria do Céu Sousa Fernandes].







