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Casas de férias

Entre Margens

Casas de férias

Há duas casas, na minha vida, suspendendo-se na memória. Enquanto a tiver, elas estarão presentes. Como foram memorizadas, de acordo com os sentimentos que tenho por elas, transformaram-se, transfiguraram-se. [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa].

Marguerite Yourcenar (1903-1987), a sibila

[Saborear os Clássicos – XVII]

Marguerite Yourcenar (1903-1987), a sibila

Quando se fala na Yourcenar, nas conversas de café, vem à memória de muita gente a sua homo ou bissexualidade – assunto secundário, que só a ela poderia interessar – e não verdadeiramente as suas obras e a sua personalidade. Yourcenar é uma famosa sibila e esse facto está espelhado na obra e nas conversas com o jornalista Matthieu Galley.

Uma respiração longa e profunda

Manuscritos de Santa Cruz no Porto

Uma respiração longa e profunda

Revelação é o título de uma exposição – de uma pequena parte – relativa aos Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra, com peças do acervo da Biblioteca Pública Municipal do Porto, desde 1834, patente na Alfândega do Porto, aberta ao público, de 21 de Fevereiro a 25 de Abril. [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa]

Francisco, o Santo Jogral

[Saborear os Clássicos – XVI]

Francisco, o Santo Jogral

Três obras importantes sobre São Francisco, entre muitíssimas mais. De G. K. Chesterton (1874-1936), um grande clássico da literatura: poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, filósofo, desenhista e conferencista. Aparentemente simples, a linguagem deste escritor é complexa. Linguagem paradoxal, desconstruindo um pouco a lógica e o senso comum. A sua leitura é sempre um prazer surpreendente (ed. Aletheia). [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa].

O mito de Pedro e Inês

[Saborear os clássicos – XV]

O mito de Pedro e Inês

A condenação à morte de Inês de Castro decidida pelo rei D. Afonso IV e os seus conselheiros teve motivos políticos: a defesa do reino de Portugal contra a ingerência de Castela. Este facto histórico transformou-se rapidamente num mito – o amor eterno, para além da morte. 

A esperança de Amos Oz: “Não estamos sozinhos nesta terra”

Livro "Caros Fanáticos"

A esperança de Amos Oz: “Não estamos sozinhos nesta terra”

Amos Oz (1939-2018), conhecido escritor israelita, com uma vasta obra [1], foi também um grande activista político e defensor da Paz no Médio Oriente. Caros Fanáticos, publicado um ano antes da sua morte, é um conjunto de três ensaios, baseados em conferências dadas pelo autor, constituindo o seu testamento cultural e político.

Pessanha, “o fruto mais valioso do simbolismo português”

[Saborear os clássicos – XIV]

Pessanha, “o fruto mais valioso do simbolismo português”

Licenciado em Direito, Camilo Pessanha (1867-1926) parte para Macau, onde é professor do liceu e colega do escritor Wenceslau de Morais “que trocou a sua alma de ocidental pela alma japonesa”. Influenciado pelos poetas simbolistas franceses já referidos e pelo filósofo alemão Schopenhauer, considera que o mundo é ilusão e dor. [artigo d Maria Eugénia Abrunhosa]

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Revelação é o título de uma exposição – de uma pequena parte – relativa aos Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra, com peças do acervo da Biblioteca Pública Municipal do Porto, desde 1834, patente na Alfândega do Porto, aberta ao público, de 21 de Fevereiro a 25 de Abril. [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa]

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A condenação à morte de Inês de Castro decidida pelo rei D. Afonso IV e os seus conselheiros teve motivos políticos: a defesa do reino de Portugal contra a ingerência de Castela. Este facto histórico transformou-se rapidamente num mito – o amor eterno, para além da morte. 

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