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Não voltes aos lugares onde foste feliz

[Nas margens da filosofia (LXXXV)]

Não voltes aos lugares onde foste feliz

“Não voltes aos lugares onde foste feliz” é uma afirmação que por vezes nos é dita quando falamos de decepções provocadas pela mudança, como se o tempo tivesse de se manter igual a si mesmo, respeitando as nossas memórias e recusando alterações. [A crónica de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Um convite à alegria

Nas margens da filosofia (LXXIX)

Um convite à alegria

Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

” Quando uma amiga nos morre “

[Nas margens da filosofia (LXXVIII)]

” Quando uma amiga nos morre “

Quando algum familiar próximo nos morre o nosso desgosto exterioriza-se pelo luto visível que fazemos, geralmente vestindo-nos de preto durante algum tempo, consoante o grau de parentesco que nos unia ao falecido ou falecida. Quando nos morre um amigo ou uma amiga, o luto faz-se no nosso coração, não havendo sinais exteriores do mesmo. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

[Nas margens da filosofia (LXXII)]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

A encíclica Dilexit Nos tem como subtítulo “Sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus.” Confesso que tinha o livro no meu monte de obras para ler, uma tarefa que fui afastando durante algum tempo. Sou pouco atreita a devoções particulares e o título não me era particularmente apelativo. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

“Filosofar é estar a caminho”

[Nas margens da filosofia (LXVII)]

“Filosofar é estar a caminho”

Durante anos integrei um grupo de caminhantes na zona de Sintra. Com ele conheci lugares insuspeitos, revisitei sítios que ganharam novos relevos depois de percorridos a pé, atendi a povoações que conhecia apenas de passagem, interessei-me por problemas que nunca me tinham preocupado, nomeadamente os de carácter ecológico, estabeleci relações com pessoas que desconhecia. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

A propósito dos painéis de Rupnik

[Nas margens da filosofia – LXV]

A propósito dos painéis de Rupnik

Há pouco mais de um ano escrevi para o 7MARGENS um texto sobre este mesmo tema, inspirado na campanha então em curso relativamente à obra pictórica de Marko Rupnik. Reitero a posição defendida nessa altura, ou seja, a necessidade de julgar o réu pelas alegadas malfeitorias por ele cometidas, salvaguardando, no entanto, as suas produções artísticas em virtude do alto valor estético das mesmas.

Não voltes aos lugares onde foste feliz

[Nas margens da filosofia (LXXXV)]

Não voltes aos lugares onde foste feliz

“Não voltes aos lugares onde foste feliz” é uma afirmação que por vezes nos é dita quando falamos de decepções provocadas pela mudança, como se o tempo tivesse de se manter igual a si mesmo, respeitando as nossas memórias e recusando alterações. [A crónica de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Um convite à alegria

Nas margens da filosofia (LXXIX)

Um convite à alegria

Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

” Quando uma amiga nos morre “

[Nas margens da filosofia (LXXVIII)]

” Quando uma amiga nos morre “

Quando algum familiar próximo nos morre o nosso desgosto exterioriza-se pelo luto visível que fazemos, geralmente vestindo-nos de preto durante algum tempo, consoante o grau de parentesco que nos unia ao falecido ou falecida. Quando nos morre um amigo ou uma amiga, o luto faz-se no nosso coração, não havendo sinais exteriores do mesmo. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

[Nas margens da filosofia (LXXII)]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

A encíclica Dilexit Nos tem como subtítulo “Sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus.” Confesso que tinha o livro no meu monte de obras para ler, uma tarefa que fui afastando durante algum tempo. Sou pouco atreita a devoções particulares e o título não me era particularmente apelativo. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

“Filosofar é estar a caminho”

[Nas margens da filosofia (LXVII)]

“Filosofar é estar a caminho”

Durante anos integrei um grupo de caminhantes na zona de Sintra. Com ele conheci lugares insuspeitos, revisitei sítios que ganharam novos relevos depois de percorridos a pé, atendi a povoações que conhecia apenas de passagem, interessei-me por problemas que nunca me tinham preocupado, nomeadamente os de carácter ecológico, estabeleci relações com pessoas que desconhecia. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

A propósito dos painéis de Rupnik

[Nas margens da filosofia – LXV]

A propósito dos painéis de Rupnik

Há pouco mais de um ano escrevi para o 7MARGENS um texto sobre este mesmo tema, inspirado na campanha então em curso relativamente à obra pictórica de Marko Rupnik. Reitero a posição defendida nessa altura, ou seja, a necessidade de julgar o réu pelas alegadas malfeitorias por ele cometidas, salvaguardando, no entanto, as suas produções artísticas em virtude do alto valor estético das mesmas.

Últimas Notícias

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Das cantigas de amigo à vinha

[Metáforas vivas]

Das cantigas de amigo à vinha novidade

Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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