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A escola como o “umbral”

[Nas margens da filosofia (LXIV)]

A escola como o “umbral”

O livro de Josep Esquirol, A Escola da Alma, é uma obra em que a espiritualidade e a filosofia se cruzam, ao ritmo das Bem-Aventuranças. Esquirol fala-nos da escola como instituição, mas também da relação que ela tem (ou teve) connosco, com a sociedade, com a ética e com a transcendência.

A chateza de um mundo politicamente correcto

Nas margens da filosofia (LIX)

A chateza de um mundo politicamente correcto

Vivemos num mundo do politicamente correcto onde se aboliram determinados termos e em que domina uma permanente cautela em não fazer comparações e avaliações que possam ser consideradas ofensivas. Há temáticas tabus em que esse cuidado é relevante, nomeadamente no que se refere ao sexo, à cor da pele, à igualdade de género, à classe social, à diversidade de costumes, às diferenças étnicas. (Luísa Ribeiro Ferreira)

Uma Saga Familiar

Nas margens da filosofia (LVII)

Uma Saga Familiar

Li nestas férias de verão muitos textos que me agradaram. Um deles foi o livro recentemente publicado por Lívia Franco sobre a Primeira Guerra Mundial interpretada através dos personagens concretos que nela viveram e que com a sua acção a construíram, imprimindo-lhe os traços que hoje nos permitem lê-la e estudá-la.

O peso dos anos

Nas margens da filosofia ( LVI)

O peso dos anos

Annie Ernaux ganhou o Prémio Nobel da Literatura em 2022. Até essa altura nada conhecia desta escritora francesa e tive curiosidade em me actualizar. Sabia que grande parte dos seus livros tinham um toque autobiográfico, algo que de antemão me agradava pois penso que a vida real – a nossa e a dos outros – é um manancial de aprendizagens que constantemente destroem as ideias feitas que herdámos ou que nós próprios construímos. Antes de a ler sabia que esta autora escrevera grande parte das suas obras estabelecendo uma relação directa entre a História e a sua história de vida, fazendo jus à relação muito apreciada pelos franceses entre a Histoire e a petite histoire.

Voltando a lembrar a Manuela Silva

Nas margens da filosofia (LIV)

Voltando a lembrar a Manuela Silva

Para a programação das suas conferências de Maio deste ano, o Centro de Reflexão Cristã escolheu o título Fé cristã, profecia e cidadania: quatro legados para o século XXI. E propôs-se lembrar quatro figuras marcantes nesta área: Aristides de Sousa Mendes, Maria de Lourdes Pintasilgo, Alfredo Bruto da Costa e Manuela Silva.

A beleza que nos poderá salvar

[Nas margens da filosofia – LIII]

A beleza que nos poderá salvar

Fiquei chocada quando se menciona a possibilidade de retirar de igrejas e edifícios religiosos os painéis e pinturas do padre Marko Rupnik, alegando as suas culpas enquanto abusador de menores e de indefesos. [a opinião de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Preservemos a nossa língua

[Nas margens da filosofia – LI]

Preservemos a nossa língua

Se a todos e a todas os que pretendem vir estudar para Portugal fosse oferecido um curso grátis de iniciação à nossa língua, certamente que se manteria (e hipoteticamente aumentaria) o número de interessados e interessadas em frequentar as universidades portuguesas.

Os meus livros também

Os meus livros também

… são para mim motivo de cuidados. Por razões de espaço e, como diz a minha mulher, por estar a criar problemas aos meus filhos: que farão, depois, dos meus livros? O que quiserem, é claro. Já tive de dar, com gosto e desgosto, muitos deles. Mas o maior dos meus problemas, quanto aos livros, é que já não terei tempo para ler aqueles que tenho mesmo de ler.

A escola como o “umbral”

[Nas margens da filosofia (LXIV)]

A escola como o “umbral”

O livro de Josep Esquirol, A Escola da Alma, é uma obra em que a espiritualidade e a filosofia se cruzam, ao ritmo das Bem-Aventuranças. Esquirol fala-nos da escola como instituição, mas também da relação que ela tem (ou teve) connosco, com a sociedade, com a ética e com a transcendência.

A chateza de um mundo politicamente correcto

Nas margens da filosofia (LIX)

A chateza de um mundo politicamente correcto

Vivemos num mundo do politicamente correcto onde se aboliram determinados termos e em que domina uma permanente cautela em não fazer comparações e avaliações que possam ser consideradas ofensivas. Há temáticas tabus em que esse cuidado é relevante, nomeadamente no que se refere ao sexo, à cor da pele, à igualdade de género, à classe social, à diversidade de costumes, às diferenças étnicas. (Luísa Ribeiro Ferreira)

Uma Saga Familiar

Nas margens da filosofia (LVII)

Uma Saga Familiar

Li nestas férias de verão muitos textos que me agradaram. Um deles foi o livro recentemente publicado por Lívia Franco sobre a Primeira Guerra Mundial interpretada através dos personagens concretos que nela viveram e que com a sua acção a construíram, imprimindo-lhe os traços que hoje nos permitem lê-la e estudá-la.

O peso dos anos

Nas margens da filosofia ( LVI)

O peso dos anos

Annie Ernaux ganhou o Prémio Nobel da Literatura em 2022. Até essa altura nada conhecia desta escritora francesa e tive curiosidade em me actualizar. Sabia que grande parte dos seus livros tinham um toque autobiográfico, algo que de antemão me agradava pois penso que a vida real – a nossa e a dos outros – é um manancial de aprendizagens que constantemente destroem as ideias feitas que herdámos ou que nós próprios construímos. Antes de a ler sabia que esta autora escrevera grande parte das suas obras estabelecendo uma relação directa entre a História e a sua história de vida, fazendo jus à relação muito apreciada pelos franceses entre a Histoire e a petite histoire.

Voltando a lembrar a Manuela Silva

Nas margens da filosofia (LIV)

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Para a programação das suas conferências de Maio deste ano, o Centro de Reflexão Cristã escolheu o título Fé cristã, profecia e cidadania: quatro legados para o século XXI. E propôs-se lembrar quatro figuras marcantes nesta área: Aristides de Sousa Mendes, Maria de Lourdes Pintasilgo, Alfredo Bruto da Costa e Manuela Silva.

A beleza que nos poderá salvar

[Nas margens da filosofia – LIII]

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[Metáforas vivas]

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

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Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração

In Memoriam

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