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O rosto inacabado

Introdução da obra

O rosto inacabado

O Rosto Inacabado, editado esta semana pelo Secretariado Nacional de Liturgia, faz um percurso em seis capítulos pelo rosto de Cristo na Bíblia e pelas “presenças reais” no texto bíblico, no ícone e na eucaristia, antes de falar dos “ignorados”: as crianças, os pequenos, os que sofrem, os que têm fome ou sede, os estrangeiros, os pobres, os doentes ou os presos. O 7MARGENS reproduz a introdução do livro.

O presépio

O presépio

Na metáfora que Olga tece, o Presépio de Bardo é como uma carta que a humanidade dirige a Deus para lhe dizer quem somos e como vemos o mundo a partir de baixo. Santo Agostinho dizia que os Salmos eram cartas que o Senhor escrevia à humanidade para acender nela o desejo de tornar a casa. O conto de Olga Tokarczuk sobre o presépio é como uma carta que a humanidade escreve a Deus para que Ele não se esqueça deste vale de lágrimas.

O presépio

Tropeçar com Eduardo Lourenço na palavra “Jesus”

Colocando as bem-aventuranças no início da atividade pública de Jesus, o evangelista Mateus talvez nos queira sugerir a construção da humanidade de Jesus no tempo e no espaço. A vida furtiva de Jesus talvez não seja tão anónima quanto isso. Lendo e meditando as bem-aventuranças talvez descubramos, afinal, em que ocupou Jesus os seus dias de ilustre desconhecido: a construir e forjar a sua alma.

Enzo Bianchi, um verdadeiro cristão (Opinião)

Enzo Bianchi, um verdadeiro cristão (Opinião)

Quem conhece o Enzo Bianchi, quem já se refletiu naqueles olhos terríveis de fogo, como são os olhos de um homem “que viu Deus”, sabe do seu caráter enérgico, por vezes tempestuoso, firme, de quem não tem tempo a perder e que por isso urge falar sempre com parresía, isto é, com franqueza, com verdade. Enzo habitou-nos a isso, habituou os monges e as monjas de Bose a isso. O exercício da autoridade, a gestão do governo e o clima fraterno da Comunidade sempre tiveram a sua marca, esta marca.

Como reencantar o mundo depois do coronavírus?

Como reencantar o mundo depois do coronavírus?

É muito curioso notar como a palavra “viral” já faz parte do nosso vocabulário quotidiano de hiperconectados há algum tempo. Sobretudo na adolescência, no mundo da música e do cinema, do instagram e do facebook, dos youtubers e dos influencers, mas também na política, no desporto e na economia, todos aspiram a criar algo que se torne “viral”, isto é, que contagie ou conquiste o sorriso, a carteira ou a admiração de todos.

O rosto inacabado

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O Rosto Inacabado, editado esta semana pelo Secretariado Nacional de Liturgia, faz um percurso em seis capítulos pelo rosto de Cristo na Bíblia e pelas “presenças reais” no texto bíblico, no ícone e na eucaristia, antes de falar dos “ignorados”: as crianças, os pequenos, os que sofrem, os que têm fome ou sede, os estrangeiros, os pobres, os doentes ou os presos. O 7MARGENS reproduz a introdução do livro.

O presépio

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Enzo Bianchi, um verdadeiro cristão (Opinião)

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