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Mil milhões de dólares para trazer Jesus Cristo de volta

Campanha publicitária nos EUA

Mil milhões de dólares para trazer Jesus Cristo de volta

Um pouco mais de 20 milhões de dólares (18,6 milhões de euros) serão gastos em anúncios publicitários difundidos durante o Super Bowl do próximo domingo, dia 12 de fevereiro, para divulgar a ideia de que Jesus Cristo “entende-nos”. “He gets us” é o mote de uma campanha de marketing nos Estados Unidos, abrangendo outdoors, banners online e spots televisivos que prevê investir um total de mil milhões de dólares em três anos.

Não nos siga nas redes sociais

[Os Dias da Semana]

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As redes sociais oferecerão vantagens que alguns terão competências para aproveitar, mas, hoje, é impossível desconhecer os seus abundantes inconvenientes, congénitos, há quem garanta. As vozes dos que têm denunciado que o modelo de negócio das redes sociais – a sua razão de ser, portanto – assenta na rendibilidade dos seus efeitos mais nefastos têm sido assaz audíveis. Muitos dos que se manifestam contra elas conhecem-nas internamente, por nelas terem desempenhado funções de relevo. Sabem, pois, muito bem do que falam. Entretanto, os que julgam que as desvantagens das redes sociais suplantam os benefícios têm-se multiplicado. Por essa razão, abandonam-nas, mesmo que daí resulte algum prejuízo. Não algum, mas imenso, foi o que a Lush, uma famosa marca de produtos de cosmética britânica com 400 lojas próprias em todo o mundo, teve ao encerrar milhares de contas do Facebook, Instagram, Snapchat e TikTok.

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Um pouco mais de 20 milhões de dólares (18,6 milhões de euros) serão gastos em anúncios publicitários difundidos durante o Super Bowl do próximo domingo, dia 12 de fevereiro, para divulgar a ideia de que Jesus Cristo “entende-nos”. “He gets us” é o mote de uma campanha de marketing nos Estados Unidos, abrangendo outdoors, banners online e spots televisivos que prevê investir um total de mil milhões de dólares em três anos.

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As redes sociais oferecerão vantagens que alguns terão competências para aproveitar, mas, hoje, é impossível desconhecer os seus abundantes inconvenientes, congénitos, há quem garanta. As vozes dos que têm denunciado que o modelo de negócio das redes sociais – a sua razão de ser, portanto – assenta na rendibilidade dos seus efeitos mais nefastos têm sido assaz audíveis. Muitos dos que se manifestam contra elas conhecem-nas internamente, por nelas terem desempenhado funções de relevo. Sabem, pois, muito bem do que falam. Entretanto, os que julgam que as desvantagens das redes sociais suplantam os benefícios têm-se multiplicado. Por essa razão, abandonam-nas, mesmo que daí resulte algum prejuízo. Não algum, mas imenso, foi o que a Lush, uma famosa marca de produtos de cosmética britânica com 400 lojas próprias em todo o mundo, teve ao encerrar milhares de contas do Facebook, Instagram, Snapchat e TikTok.

Últimas Notícias

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“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidade

No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

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Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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