“Como a si mesmo”: XXI, o século do desamor (1) 

Onde esta autora* se permite aventurar, com a audácia dos ignorantes, em variados campos da vida e do saber que não domina, num possível exercício de psico-espiritualidade chinfrim. Arriscando o merecido espalhanço em grande estilo, mas sem por isso dar a jornada por...

Adultos. Com A grande, sff. (I)

    Quando, daqui a muitos anos, contarem a história deste início de século, desconfio que dirão que foi um tempo de contradição. Na verdade, desejo que o digam. Se for mesmo uma trave-mestra deste tempo, há que aceitar que a contradição não se muda, não se...

“A ceremony of carols”

  “Hoje é Setembro e amanhã já é Natal”, era uma das respostas à pergunta impertinente do regresso aos ensaios do coro: “Temos mesmo de ensaiar já músicas de Natal? Ainda está bom para a praia…” Podia seguir-se uma bela reflexão sobre os Adventos e Oitavas do...

Maid: a série que todos devemos ver

You can breathe, baby girl. Sean para “Alex”, na série Maid   Netflixicamente, é excelente, não se enreda no drama ou no feminismo fácil, tem o seu quê de humor, não caricatura personagens, e a actriz principal, Margaret Qualley, merece todos os prémios da...

Já fui a Paris (à missa e tudo)

  Há várias formas de descobrir uma cidade. Uma das minhas é ir à missa naquelas por onde vou passando, mesmo que não perceba muito (ou nada) do que por lá é dito. Há umas semanas foi a vez de Paris, onde aterrei na Igreja de Notre Dame de l’Assomption de Passy...

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