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No “Woodstock católico” cabe a música, a oração, a ecologia e até o diálogo com marxistas

A diversidade que encheu a JMJ

No “Woodstock católico” cabe a música, a oração, a ecologia e até o diálogo com marxistas

A sessão com Walter Baier, promovida pela Dialop – Rede de diálogo entre cristãos e marxistas impulsionada pelo Papa Francisco – foi uma das múltiplas iniciativas que, durante esta semana de JMJ, encheu Lisboa de debates, concertos, encontros, orações, exposições. Mas, provavelmente, foi a música que ficou a ganhar na lista incontável de iniciativas do Festival da Juventude na JMJ.

O inimigo está à espreita e não é Karl Marx

O inimigo está à espreita e não é Karl Marx

Num artigo publicado no Ponto SJ, o portal dos Jesuítas em Portugal, com o título “O marxismo não é para católicos”, o padre Nelson Faria faz a crítica do marxismo como uma ideologia “assente na inevitabilidade do conflito”, que nos arrasta “para um perpetuar do conflito”. Ao ler este destaque, que aparece junto ao título e num dos últimos parágrafos, poderíamos julgar que, ao contrário do que o título sugere, o artigo seria um ensaio positivo e construtivo sobre uma Igreja que é para todos e para todas. Mas não.

Cristãos e marxistas europeus debatem encíclica “Fratelli Tutti”

Cristãos e marxistas europeus debatem encíclica “Fratelli Tutti”

“Um passo mais para o esforço comum” no sentido do “compromisso com a transformação justa e fraterna da economia que gera pobres e desastre ecológico.” É isto que espera José Manuel Pureza, deputado do Bloco de Esquerda e antigo membro da Comissão Nacional Justiça e Paz, da Igreja Católica, sobre o vídeo-debate que, nesta terça-feira, dia 3, às 15h de Lisboa, juntará cristãos e marxistas europeus, tendo como pano de fundo a última encíclica do Papa Francisco, Fratelli Tutti (“Todos irmãos”).

Rosa Luxemburg: revolucionária, pacifista, um ser humano total

Rosa Luxemburg: revolucionária, pacifista, um ser humano total

O nome desta mulher foi desde a sua morte, em 1919, utilizado por diversos sectores da sociedade de diferentes modos: sanguinária, sectária, comunista, esquerdista, marxista-leninista, anarquista, ecologista, feminista… afinal, quem foi verdadeiramente Rosa Luxemburg?

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