Os meios de comunicação social podem – e devem – desempenhar um papel decisivo na promoção da coexistência entre comunidades religiosas e culturais, mas continuam a privilegiar frequentemente narrativas de conflito e sensacionalismo que em nada contribuem para isso. A conclusão é de um novo documento divulgado pelo KAICIID (Centro Internacional de Diálogo, com sede em Lisboa), que defende uma relação mais estreita entre o jornalismo e os esforços de diálogo inter-religioso.












