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Que fizemos dos nossos irmãos?

Livro

Que fizemos dos nossos irmãos?

Defrontarmo-nos com “Miñan” é doloroso e desconcertante. Porém, partir do desconforto pode ser profundamente redentor se soubermos ver para lá das trevas, buscarmos a esperança para lá do fracasso e colocarmo-nos em movimento. Este livro, pequeno no tamanho, mas enorme no que nos obriga a pensar, precisa de ser lido e relido, como aconselhava o Papa Francisco. [Texto de Rui Marques]

Minán: à procura de um irmãozinho sentado no Mediterrâneo

Livro

Minán: à procura de um irmãozinho sentado no Mediterrâneo

Sobre um livro singular, construído com a voz de Ibrahima Balde, da Guiné-Conacri, que arriscou a vida para encontrar o irmão mais novo, e as palavras escritas de Amets Antia, militante de um grupo de apoio a migrantes, que acolheu Ibrahima em Irún, no País Basco. (Inclui um excerto da obra)

Três livros ilustrados que não são de Natal, mas podem muito bem ser o presente ideal

[O papel das estórias]

Três livros ilustrados que não são de Natal, mas podem muito bem ser o presente ideal

São completamente diferentes, mas talvez se lhes possa aplicar aquele verso da canção do Rui Veloso: “muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa”. Referimo-nos a três livros ilustrados, todos eles recém-lançados, e que falam – cada um à sua maneira – de esperança, fé e bondade. Por isso mesmo, e apesar de nenhum deles ser sobre o Natal, podem muito bem ser o presente ideal.

Pode vir alguma coisa boa de Lampedusa?

As difíceis decisões do conclave (7)

Pode vir alguma coisa boa de Lampedusa?

Como neta de um avô, desde a Páscoa de Francisco, tenho andado a folhear o álbum de família, a começar naquele primeiro grande sinal – a presença na ilha de Lampedusa, em 2013, com aquelas perguntas todas diretas ao coração: “Quem de nós chorou por este facto e por factos como este? Quem chorou por estas pessoas que vinham no barco?”.

“Deus fez-nos diferentes para que pudéssemos conhecer-nos uns aos outros”, e há uma nova associação para garantir que isso acontece

Diálogo inter-religioso em Portugal

“Deus fez-nos diferentes para que pudéssemos conhecer-nos uns aos outros”, e há uma nova associação para garantir que isso acontece

Acaba de nascer, no Porto, a AFAQ. Parece uma sigla, mas não é. “Afaq”, ou “آفاق” na escrita árabe, é uma daquelas palavras cujo tamanho pequeno contrasta com a dimensão do que significa: quer dizer “horizontes” – assim mesmo, no plural – e foi a escolhida por um grupo de 14 mulheres migrantes e refugiadas muçulmanas a viver no norte de Portugal para servir de nome à associação que decidiram criar.

Quatro famílias refugiadas estão a construir casa em Braga… e todos podem ajudar

"Voluntariado na Obra"

Quatro famílias refugiadas estão a construir casa em Braga… e todos podem ajudar

Os Hasan Shlash vieram da Síria, os Ilick da República Democrática dos Camarões, os Maranatha da República Democrática do Congo e os Pumbulu também. Quatro famílias refugiadas que chegaram a Portugal com a roupa que traziam no corpo e um sonho em comum: reconstruir as suas vidas longe de guerras e perseguições. E “Reconstruir” é precisamente o nome do Projeto que está a ajudá-las a cumprir esse sonho, em Braga. Mas são necessários voluntários, e as inscrições estão abertas.

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Livro

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Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

7MARGENS é um jornal digital
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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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