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A paz começou em Lisboa. É preciso continuar a construí-la

Testemunho

A paz começou em Lisboa. É preciso continuar a construí-la

“‘Não o bem que eu quero mas o mal que não quero, esse eu faço’. Este versículo de São Paulo ecoa dentro de mim e reflete o agridoce do humor que me acompanha depois de um dia passado na Mesquita Central de Lisboa, no âmbito da iniciativa Unidos pela Paz, onde a Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL) abriu as portas às diferentes confissões presentes na cidade.” – O testemunho de Giovanna Campagnolo

Religiões unem-se pela paz na Mesquita Central de Lisboa

Este sábado, 30

Religiões unem-se pela paz na Mesquita Central de Lisboa

Se é verdade que a paz começa em cada pessoa, aonde quer que ela esteja, então é provável que comece já este sábado, 30 de novembro, em Lisboa, com os participantes da iniciativa “Unidos pela Paz”. Promovido pela Comunidade Islâmica de Lisboa, o evento decorrerá na Mesquita Central, que vai estar de portas abertas entre as 11h e as 20h, para proporcionar momentos de reflexão, diálogo, partilha e convívio entre pessoas de todas as origens, idades ou religiões.

Xeque Munir: “Porque ninguém faz nada para travar o bombardeamento em Gaza?”

Acesso a Al Aqsa sem restrições no Ramadão

Xeque Munir: “Porque ninguém faz nada para travar o bombardeamento em Gaza?”

O Ramadão, que se deverá iniciar na noite do próximo domingo, 10 de Março, é um “mês sagrado que cria uma ligação especial do crente com o Criador, que nos faz reflectir o que somos e o que temos”, diz o xeque Munir, imã da Mesquita Central de Lisboa (MCL). Mas este ano o Ramadão terá um sabor amargo, tendo em conta o que está a acontecer na Faixa de Gaza, onde predominam os muçulmanos. Apesar de o Governo israelita ter anunciado que não aplicará restrições especiais aos árabes israelitas muçulmanos para acederem à mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém.

Começou o Ramadão: tempo de jejum, solidariedade, alegria… e tensões

De Lisboa ao Médio Oriente

Começou o Ramadão: tempo de jejum, solidariedade, alegria… e tensões

Começou, para os muçulmanos em todo o mundo, o mês sagrado do Ramadão. Desde esta quinta-feira, 23 de março, até 21 de abril, cumprirão 30 dias de jejum, não podendo comer ou beber entre o nascer e o por do sol. O principal objetivo? Aproximarem-se de Deus e dos que mais sofrem. Mas o que é exatamente o Ramadão? Porque se celebra agora? Resume-se ao jejum? Todos são obrigados a praticá-lo? E como está a ser vivido em diferentes lugares, de Lisboa ao Médio Oriente?

KAICIID vem para Lisboa em Maio

Conselho para Diálogo Inter-religioso

KAICIID vem para Lisboa em Maio

O Centro Internacional Rei Abdullah bin Abdulaziz para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural (KAICIID, da sigla em inglês) irá transferir a sua sede para Lisboa a partir de Maio, soube o 7MARGENS junto de responsáveis da instituição, que organizou em Lisboa um seminário de formação de líderes.

Antropóloga americana estuda religiosidade da diáspora guineense em Portugal

Islão em Lisboa

Antropóloga americana estuda religiosidade da diáspora guineense em Portugal

Acaba de sair nos Estados Unidos o livro de uma antropóloga, Michelle C. Johnson, que estuda a experiência religiosa (muçulmana) da diáspora da Guiné-Bissau na zona de Lisboa. O livro, intitulado Remaking Islam in African Portugal: Lisbon–Mecca–Bissau, foi editado ainda em 2020, pela Indiana University Press, e baseia-se no trabalho de campo que aquela investigadora realizou no nosso país.

Muçulmanos começam Ramadão sem poder rezar nas mesquitas

Muçulmanos começam Ramadão sem poder rezar nas mesquitas

Às 5h09 da manhã desta sexta-feira, 24 de Abril, os cerca de 50 mil ou 60 mil muçulmanos portugueses ou que residem em Portugal iniciam o jejum do primeiro dia de Ramadão, o mês mais sagrado do islão. E a quebra do jejum, às 20h25, assinalado pelo partir de uma tâmara, será feita em casa e não no jantar comunitário da mesquita, depois da oração de tarawih.

A paz começou em Lisboa. É preciso continuar a construí-la

Testemunho

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Das cantigas de amigo à vinha

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Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

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Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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