Tenho observado o Natal. Foi sequestrado! Tornou-se um carrossel de consumo, uma anestesia coletiva, é uma farsa. Foste trocado por um Pai Natal obeso, atolado em dívidas, a distribuir cartões de crédito e brinquedos. O teu gesto de nascer pobre é, agora, enterrado sob montanhas de embrulhos e laços coloridos. [Texto de Júlia Costa].





