Os olhos da irmã Elisabete Almendra podiam ser azuis cor do mar da Ericeira que a viu crescer, mas são castanhos cor do chão que todos os dias calcorreia no Sudão do Sul. Brilham ainda mais cada vez que fala da sua missão naquele país africano, mas esse brilho desvanece-se quando descreve uma sociedade desigual e uma Igreja clerical, onde os abusos são muitas vezes perpetrados e dificilmente denunciados.







