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Irmã Julieta Dias: “Uma sinodalidade efetiva implica reconhecer que a única ordem sacra é o batismo”

Passos sinodais

Irmã Julieta Dias: “Uma sinodalidade efetiva implica reconhecer que a única ordem sacra é o batismo”

Apesar da importância que os Evangelhos conferem às figuras femininas que acompanharam Jesus, a Igreja “continua a tratar as mulheres como cristãs de segunda”. Mas, “para a sinodalidade ser efetiva, uma das primeiras coisas que temos de fazer é renovar a eclesiologia, temos de ter uma visão diferente do que é a Igreja, defendeu a irmã Julieta Dias nesta conversa online, já disponível para ver – ou rever- no Youtube.

A liberdade da Igreja

[Entre Margens]

A liberdade da Igreja

A notícia de uma iniciativa da CEPFE – Comissão de Estudos sobre o Lugar da Mulher na Igreja (dirigida por Annie Crépin) – sobre a promoção da tese da prevalência do princípio da não discriminação entre homem e mulher sobre o princípio da autonomia das Igrejas e comunidades religiosas merece um comentário. [ Texto de Pedro Vaz Patto].

Igualdade entre mulheres e homens deve ser aplicada a todos os espaços sociais, incluindo os religiosos

[Ensaio]

Igualdade entre mulheres e homens deve ser aplicada a todos os espaços sociais, incluindo os religiosos

Annie Crépin, que é copresidente da CEPFE – Comissão de Estudos sobre o Lugar da Mulher na Igreja, escreve este texto em nome de um grupo de subscritores nomeado no final deste texto. Trata-se aqui de enunciar um debate jurídico que coloca em tensão o princípio da igualdade entre os sexos e a proibição da discriminação, por um lado; e a liberdade religiosa, relativa à autonomia organizacional das comunidades religiosas, por outro.

O tempo longo da Igreja e a discriminação das mulheres

Ensaio

O tempo longo da Igreja e a discriminação das mulheres

Em 27 de abril passado, em Religión Digital, Llucià Pou Sabaté publicou uma reflexão em torno do Papa Francisco e do que as homenagens a propósito da passagem de um ano do seu falecimento poderiam estar a fazer à sua figura e ao acontecimento que foi o seu pontificado. Perguntava mesmo:  ¿qué estamos haciendo con Francisco?, sendo a sua resposta muito clara: estamos a tentar neutralizá-lo. [Texto de Fernanda Henriques].

“Desmasculinizar a Igreja exige uma mudança não só nas estruturas, mas também nas comunidades”

Sónia Monteiro à Rede Sinodal

“Desmasculinizar a Igreja exige uma mudança não só nas estruturas, mas também nas comunidades”

A Igreja continua demasiado centrada no padre e demasiado habituada a perguntar qual é o lugar das mulheres, quando a verdadeira questão deveria ser outra: de que forma pode a Igreja beneficiar plenamente do seu contributo? É esta a convicção da teóloga Sónia Monteiro, que, numa entrevista ao podcast No coração da Esperança, da Rede Sinodal em Portugal, defende que desmasculinizar a Igreja exige uma mudança de paradigma não só nas estruturas da Igreja, mas também nas comunidades.

Os seminários têm “dificuldade de sair do século XX”

Padre Nuno Santos

Os seminários têm “dificuldade de sair do século XX”

O padre Nuno Santos, reitor do Seminário Maior de Coimbra, é o entrevistado do 12º episódio da iniciativa “No coração da esperança”. O presbítero sublinha a urgência de uma mudança no modelo dos seminários, que permanecem excessivamente distantes da realidade social e comunitária atual e enfrentam uma “dificuldade de sair do século XX”.

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Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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