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“Ler é um prazer em todas as idades”

[Nas margens da filosofia (LXXXVIII)]

“Ler é um prazer em todas as idades”

É incontestável que desde que nascemos iniciamos um processo de envelhecimento, pois cada dia avançamos em anos e embora só tarde na vida comecemos a ser considerados velhos, e tratados como tal, o facto é que, como diz o povo, “a idade não perdoa”. Chegados a uma dada altura somos mais atreitos ao cansaço, a esquecimentos e a múltiplas doenças que nos enfraquecem, quer física quer psiquicamente. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

Na reabertura do Terraço

Nas margens da filosofia (LXXXIII)

Na reabertura do Terraço

Aos poucos a vida tem regressado à normalidade e os velhos hábitos, esquecidos com o medo da pandemia, voltaram a fazer parte do nosso quotidiano. Assim aconteceu com as Conferências do Terraço, durante anos promovidas pelo Graal num espaço onde as pessoas se conheciam (ou passaram a conhecer-se). Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira.

Os bárbaros já chegaram

Nas margens da filosofia (LXXX)

Os bárbaros já chegaram

O tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Um convite à alegria

Nas margens da filosofia (LXXIX)

Um convite à alegria

Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

” Quando uma amiga nos morre “

[Nas margens da filosofia (LXXVIII)]

” Quando uma amiga nos morre “

Quando algum familiar próximo nos morre o nosso desgosto exterioriza-se pelo luto visível que fazemos, geralmente vestindo-nos de preto durante algum tempo, consoante o grau de parentesco que nos unia ao falecido ou falecida. Quando nos morre um amigo ou uma amiga, o luto faz-se no nosso coração, não havendo sinais exteriores do mesmo. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

“Ler é um prazer em todas as idades”

[Nas margens da filosofia (LXXXVIII)]

“Ler é um prazer em todas as idades”

É incontestável que desde que nascemos iniciamos um processo de envelhecimento, pois cada dia avançamos em anos e embora só tarde na vida comecemos a ser considerados velhos, e tratados como tal, o facto é que, como diz o povo, “a idade não perdoa”. Chegados a uma dada altura somos mais atreitos ao cansaço, a esquecimentos e a múltiplas doenças que nos enfraquecem, quer física quer psiquicamente. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

Na reabertura do Terraço

Nas margens da filosofia (LXXXIII)

Na reabertura do Terraço

Aos poucos a vida tem regressado à normalidade e os velhos hábitos, esquecidos com o medo da pandemia, voltaram a fazer parte do nosso quotidiano. Assim aconteceu com as Conferências do Terraço, durante anos promovidas pelo Graal num espaço onde as pessoas se conheciam (ou passaram a conhecer-se). Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira.

Os bárbaros já chegaram

Nas margens da filosofia (LXXX)

Os bárbaros já chegaram

O tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Um convite à alegria

Nas margens da filosofia (LXXIX)

Um convite à alegria

Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

” Quando uma amiga nos morre “

[Nas margens da filosofia (LXXVIII)]

” Quando uma amiga nos morre “

Quando algum familiar próximo nos morre o nosso desgosto exterioriza-se pelo luto visível que fazemos, geralmente vestindo-nos de preto durante algum tempo, consoante o grau de parentesco que nos unia ao falecido ou falecida. Quando nos morre um amigo ou uma amiga, o luto faz-se no nosso coração, não havendo sinais exteriores do mesmo. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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