Faz por estes dias 25 anos que Jacques Gaillot, arcebispo de Évreux (n.1935), foi dispensado da sua diocese, por intervenção e denúncia de católicos conservadores, manifestantes contra as suas causas sociais, os seus testemunhos e defesas formais em tribunal pelas “periferias,” pelos cidadãos sem documentos, pelos mais frágeis na sociedade. Parténia foi a sua “virtual” diocese sem fronteiras, em sequência. Hoje vive em Paris, com os padres Sanatarianos.





