“A poesia serve para tudo e não serve para nada. É sempre muito angustiante quando colocamos a pergunta” sobre a sua utilidade, “porque ela traz uma pequena malícia, a malícia do mundo pragmático em que nós vivemos e a utilidade das coisas”, afirma José Rui Teixeira, editor da Officium Lectionis, em entrevista ao último programa 7MARGENS na Antena 1.







