Como “o meu amigo P. João”, íamos almoçar frequentemente junto à ria ou ao pé do mar. E tudo era boa conversa. Aí não havia tabus para falar da morte e sobretudo do sofrimento; de sexualidade e sobretudo de equilibradas relações humanas; de religião e sobretudo da vida espiritual. Muitas vezes em desacordo, mas esses desacordos originavam novas conversas mais profundas.





