Este texto não propõe que as mulheres sejam uma extensão do masculino dentro da Igreja, nem uma réplica suavizada de modelos já gastos. Também não pretende ressuscitar o debate — tantas vezes redutor — sobre o sacerdócio feminino. Trata-se de outra coisa. Mais profunda. Mais silenciosa. Mais radical. Trata-se de imaginar o que aconteceria se a Igreja respirasse, pensasse e decidisse mais a partir do feminino. [Texto de Pe. João Torres].






