“Rejeitamos qualquer uso da religião e do nome de Deus para justificar a violência” e “acreditamos que o diálogo inter-religioso autêntico, longe de ser causa de sincretismo e confusão, é essencial para a coexistência de povos de diferentes tradições e culturas”, afirmam o Papa Leão XIV e o Patriarca Ecuménico Bartolomeu, numa declaração conjunta.












