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Quando a PIDE espiou o cardeal Ribeiro por causa da Capela do Rato

Pré-publicação

Quando a PIDE espiou o cardeal Ribeiro por causa da Capela do Rato

Novo volume das Histórias da PIDE – Quando era a DGS de Caetano (edição Tinta-da-China), da autoria do jornalista José Pedro Castanheira. O 7MARGENS reproduz a seguir, em pré-publicação, alguns excertos do capítulo sobre o cardeal Ribeiro – concretamente, sobre o caso da Capela do Rato e as consequências nos meses seguintes.

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

7MARGENS/Antena 1

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

A PIDE, polícia política do regime ditatorial do Estado Novo, matou um bahá’í na Guiné e um protestante em Moçambique. Antes do 25 de Abril, as minorias religiosas eram discriminadas e perseguidas pela ditadura. Depois da Revolução ajudaram a que se chegasse a uma nova Lei da Liberdade Religiosa.

Vigília na Capela do Rato desencadeou escutas da PIDE

Oração pela paz em 1972

Vigília na Capela do Rato desencadeou escutas da PIDE

A Vigília na Capela do Rato, em Lisboa, que se iniciou no dia 30 de Dezembro de 1972, desencadeou um conjunto de escutas telefónicas da PIDE/DGS a diversos participantes, particularmente a católicos. A revelação é de Alfredo Caldeira e António Possidónio Roberto, no livro Os Telefones Têm Ouvidos.

Agente Neves

Agente Neves

Lia às escondidas desde que aprendera a dar significado às palavras juntando letras. Sonhava, e nesse sonho o mundo era livre, tão livre que só a imaginação – essa imaginação dos poetas, que trespassa quem os lê –, só a imaginação importava. O mundo era uma balança a pesar em pratos de páginas lidas. Não havia lei, nem censura, nem capas proibidas. Havia histórias a eternizar os acontecimentos da linha do tempo. [Texto de Ana Sofia Brito]

Ribeiro Santos assassinado há 50 anos: Adamo ou Bob Dylan?

Ribeiro Santos assassinado há 50 anos: Adamo ou Bob Dylan?

Comecei a ir às reuniões dos estudantes politizados. Embora o Zé Pacheco Pereira tivesse acabado ou estivesse para acabar o curso de Filosofia, apareceu uma vez numa sessão cultural organizada pela sua organização política da esquerda radical – enfim, essas organizações eram quase todas de “esquerda radical”, vulgarmente chamadas “maoístas” ou então, pelos estudantes “conscientes”, de “marxistas-leninistas”.

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Pré-publicação

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