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Afecto e cuidado: a resistência  à banalidade

[Fora de portas]

Afecto e cuidado: a resistência à banalidade

Por estes dias, na correnteza em catadupa das notícias a propósito do Mundial de Futebol, uma reportagem de duas páginas no jornal PÚBLICO, do passado dia 2, desperta o interesse pelo título, mesmo a quem pouco se interesse por futebol: «Camisolas leiloadas directamente das costas dos jogadores». [Texto de Mário Robalo].

o populista.

[Todo o dia é véspera]

o populista.

Um novo poema da rubrica que toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: “todo o dia é véspera”. Um novo poema da rubrica que toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: “todo o dia é véspera”. Da autoria de Luís Soares Barbosa.

O momento de dizer “não” ao populismo e aos perigos da IA

[À Margem]

O momento de dizer “não” ao populismo e aos perigos da IA

“O que apelidamos hoje de populismo parece crescer gravemente, nomeadamente na captura e transformação das várias instituições pilares das democracias liberais. Quanto aos efeitos, começamos a senti-los e, se nos distrairmos e acomodarmos, muitos deles serão dificilmente reversíveis.”

Muito a fazer em era de pós-verdade

[Crónica da Europa]

Muito a fazer em era de pós-verdade

Vivemos numa era de pós-verdade. Isso não significa que os políticos europeus mintam mais do que no passado. A mentira sempre existiu na política, do absolutismo à propaganda moderna. O que mudou é mais profundo: a própria verdade passou a ser sentida como opressiva por vastos setores da população. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Educar para o populismo

Educar para o populismo

Temos um número insondável de jovens que saem da escola vendo-se a si mesmos, no máximo, como pessoas «medianas», que ficaram (atendendo ao ideal, a nota 20), muito aquém das expectativas. Outros sentir-se-ão de antemão como «falhados». De uns e de outros, o populismo está à espera. [Texto de Paulo Carvalho]

A linguagem do mal de Trump

A linguagem do mal de Trump

Uma forma de falar está a infestar a nossa política que é insultuosa tanto para o sujeito como para o ouvinte. O vírus do desrespeito espalhou-se. Os sites das redes sociais estão repletos de linguagem grosseira e comentários maldosos. Estranhos agem de forma desdenhosa uns com os outros. As pessoas em posições de poder rebaixam as outras de forma mais evidente. As engrenagens individuais dos sistemas e das organizações esmagam habitualmente os indivíduos. [Texto de Phyllis Zagano]

O “efeito trincheira”

O “efeito trincheira”

A forma como boa parte das pessoas vivenciam hoje a política é um atraso de vida. Literalmente. Voltámos atrás 100 anos, às batalhas de trincheiras que caracterizaram a I Guerra Mundial. Bem sei que é o medo que está na origem das reacções mais violentas observadas no ser humano.

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o populista.

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“O que apelidamos hoje de populismo parece crescer gravemente, nomeadamente na captura e transformação das várias instituições pilares das democracias liberais. Quanto aos efeitos, começamos a senti-los e, se nos distrairmos e acomodarmos, muitos deles serão dificilmente reversíveis.”

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Vivemos numa era de pós-verdade. Isso não significa que os políticos europeus mintam mais do que no passado. A mentira sempre existiu na política, do absolutismo à propaganda moderna. O que mudou é mais profundo: a própria verdade passou a ser sentida como opressiva por vastos setores da população. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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Temos um número insondável de jovens que saem da escola vendo-se a si mesmos, no máximo, como pessoas «medianas», que ficaram (atendendo ao ideal, a nota 20), muito aquém das expectativas. Outros sentir-se-ão de antemão como «falhados». De uns e de outros, o populismo está à espera. [Texto de Paulo Carvalho]

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