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Quando Francisco lavou os pés de Isabel, a reclusa portuguesa

Testemunho

Quando Francisco lavou os pés de Isabel, a reclusa portuguesa

Foi em 2015 que, pela segunda vez no seu pontificado, o Papa Francisco decidiu celebrar a Quinta-feira Santa da Páscoa lavando os pés a 12 detidos, um gesto que viria a ficar como marca da sua permanência na cadeira de Pedro. Vir-se-ia a saber mais tarde que, entre os 12 prisioneiros, estava Isabel, uma transgénero de nacionalidade portuguesa.

Responsável da pastoral das prisões: mais reclusos inscritos para votar mostra “rejeição de quem é xenófobo”

Presidenciais

Responsável da pastoral das prisões: mais reclusos inscritos para votar mostra “rejeição de quem é xenófobo”

“Tendo em conta os candidatos em presença, parece-me interessante que haja um aumento dos reclusos inscritos para votar na segunda volta e que ela se traduza pela rejeição de quem é xenófobo e defende o racismo”, afirmou ao 7MARGENS o padre Davide Matamá, comentando a subida de 55 por cento no número de reclusos inscritos para votar na segunda volta das presidenciais.

Responsável da pastoral das prisões: mais reclusos inscritos para votar mostra “rejeição de quem é xenófobo”

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (3)

Uma outra luz faz-se anunciar

E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? “O Natal no cárcere é deveras duro e difícil, física, mental e espiritualmente, mas vou procurar vivê-lo, junto desta ‘família provisória’ de onze homens, na minha camarata, tentando fazer com que o espírito do Natal, do amor incondicional de Jesus, possa manifestar-se entre esta ‘família’.”

Entre muros e grades

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (1)

Entre muros e grades

E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? Sendo um dos universos que a sociedade portuguesa teima em estigmatizar e em não querer ver e conhecer, o 7MARGENS convidou cinco reclusos a testemunhar como é viver o Natal na condição de reclusão. J.V. escreve o primeiro.

Nós somos aqueles que o Papa amou

Nós somos aqueles que o Papa amou

Nós somos aqueles que o Papa amou. Aqueles de quem ninguém falava, de quem ninguém queria saber, de quem ninguém se lembrava das dores, sofrimentos e arrependimentos. Mas um dia chegaste, Francisco. Atravessaste os nossos muros frios, tornaste-os vidros transparentes e o mundo viu-nos, lembrou-se de nós, os descartados da sociedade. [Texto de Lígia Pires].

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Menos grelhas para preencher, mais pensamento em conjunto? O desafio da colaboração nas escolas

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