“Há mais de dois anos que luto contra uma instituição que, por meio de ameaças e intimidações, me tenta silenciar. Depois de tentar os processos internos de denúncia da Diocese de Quebeque e do Vaticano, recorri, no meu limite, à justiça civil. (…) Já não me chamo F. O meu nome é Paméla Groleau.”








