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Fixemos o número: 3,83 mil milhões. Metade da humanidade. Para dizer o quê?

[À Margem]

Fixemos o número: 3,83 mil milhões. Metade da humanidade. Para dizer o quê?

Chocante? Gritante? Escandalosa? Ofensiva? Aviltante?… As palavras já não servem, mesmo quando todas juntas, para descrever a tragédia do fosso das desigualdades que continuam a cavar-se no nosso mundo. Nesta sexta-feira, 20, assinala-se o Dia Mundial da Justiça Social, mas estamos muito longe de atingir os mínimos da dignidade humana em muitas áreas.

Ramadão: reflexão, renovação e fé

[Entre Margens]

Ramadão: reflexão, renovação e fé

Para quem observa de fora, o Ramadão pode parecer apenas um ritual religioso. Mas, na sua essência, é uma escola de humanidade. Ensina disciplina, gratidão, autocontrolo, generosidade e compaixão. Recorda-nos que o verdadeiro crescimento não está no excesso, mas no equilíbrio; não no ruído, mas no silêncio; não apenas no que possuímos, mas no que somos capazes de partilhar. [Texto de Mohammed Ibrahim].

Quando a oração e a conversão encontram o mundo

[Entre Margens]

Quando a oração e a conversão encontram o mundo

Acredito, de forma simples e teimosa, que a oração tem poder e que a conversão salva. Não apenas os crentes, mas também os homens e mulheres de boa vontade. A conversão, a mudança interior que nos desloca do conforto para a responsabilidade, é para todos. E há muitas formas de a viver: rezando, meditando, refletindo, silenciando, escutando. [Texto de Rita Reino].

Ao mesmo tempo, cristãos entram na Quaresma, muçulmanos no Ramadão e budistas no Ano Novo

Testemunho

Ainda faz sentindo jejuar hoje?

Comer é normalíssimo. Diria mesmo natural. Mas há muita gente no nosso planeta que encontra enormes dificuldades em ter uma única refeição decente. Eu não falo de centenas, nem de milhares. Não falo de milhões. Eu falo de milhares de milhões de pessoas no nosso planeta que vivem com menos de um dólar por dia. [Texto de Khalid Jamal]

Porque jejuamos?

Mulheres no Ramadão – Testemunhos (3)

Porque jejuamos?

Sou mulher, mãe e muçulmana, nascida e criada na bela cidade de Lisboa, nos anos 80, licenciada na grande Universidade Católica, e sempre intrincada entre a tradição indiana, a religião islâmica e a cultura portuguesa que tanto me define. [Texto de Sofia Sidick].

A importância do jejum para uma mulher muçulmana

Mulheres no Ramadão - testemunho (1)

A importância do jejum para uma mulher muçulmana

O mês de Ramadão é um período sagrado para os muçulmanos, marcado não só pela abstenção de comida e bebida, mas sobretudo pela profunda renovação espiritual e moral. Para a mulher muçulmana, este tempo reveste-se de um significado especial, onde o jejum contribui para o desenvolvimento de várias dimensões da vida, tanto interior como exterior. [Texto de Aisha Sacoor].

Fixemos o número: 3,83 mil milhões. Metade da humanidade. Para dizer o quê?

[À Margem]

Fixemos o número: 3,83 mil milhões. Metade da humanidade. Para dizer o quê?

Chocante? Gritante? Escandalosa? Ofensiva? Aviltante?… As palavras já não servem, mesmo quando todas juntas, para descrever a tragédia do fosso das desigualdades que continuam a cavar-se no nosso mundo. Nesta sexta-feira, 20, assinala-se o Dia Mundial da Justiça Social, mas estamos muito longe de atingir os mínimos da dignidade humana em muitas áreas.

Ramadão: reflexão, renovação e fé

[Entre Margens]

Ramadão: reflexão, renovação e fé

Para quem observa de fora, o Ramadão pode parecer apenas um ritual religioso. Mas, na sua essência, é uma escola de humanidade. Ensina disciplina, gratidão, autocontrolo, generosidade e compaixão. Recorda-nos que o verdadeiro crescimento não está no excesso, mas no equilíbrio; não no ruído, mas no silêncio; não apenas no que possuímos, mas no que somos capazes de partilhar. [Texto de Mohammed Ibrahim].

Quando a oração e a conversão encontram o mundo

[Entre Margens]

Quando a oração e a conversão encontram o mundo

Acredito, de forma simples e teimosa, que a oração tem poder e que a conversão salva. Não apenas os crentes, mas também os homens e mulheres de boa vontade. A conversão, a mudança interior que nos desloca do conforto para a responsabilidade, é para todos. E há muitas formas de a viver: rezando, meditando, refletindo, silenciando, escutando. [Texto de Rita Reino].

Ao mesmo tempo, cristãos entram na Quaresma, muçulmanos no Ramadão e budistas no Ano Novo

Testemunho

Ainda faz sentindo jejuar hoje?

Comer é normalíssimo. Diria mesmo natural. Mas há muita gente no nosso planeta que encontra enormes dificuldades em ter uma única refeição decente. Eu não falo de centenas, nem de milhares. Não falo de milhões. Eu falo de milhares de milhões de pessoas no nosso planeta que vivem com menos de um dólar por dia. [Texto de Khalid Jamal]

Porque jejuamos?

Mulheres no Ramadão – Testemunhos (3)

Porque jejuamos?

Sou mulher, mãe e muçulmana, nascida e criada na bela cidade de Lisboa, nos anos 80, licenciada na grande Universidade Católica, e sempre intrincada entre a tradição indiana, a religião islâmica e a cultura portuguesa que tanto me define. [Texto de Sofia Sidick].

A importância do jejum para uma mulher muçulmana

Mulheres no Ramadão - testemunho (1)

A importância do jejum para uma mulher muçulmana

O mês de Ramadão é um período sagrado para os muçulmanos, marcado não só pela abstenção de comida e bebida, mas sobretudo pela profunda renovação espiritual e moral. Para a mulher muçulmana, este tempo reveste-se de um significado especial, onde o jejum contribui para o desenvolvimento de várias dimensões da vida, tanto interior como exterior. [Texto de Aisha Sacoor].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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