“A peregrinação a Nossa Senhora de Sheshan, o santuário nacional de Nossa Senhora na China, foi, de novo, proibida” disse o missionário Bernardo Cervellera à Catholic News Agency.
Entrevista de Bernardo Cervellera
Relatos da repressão dos católicos na China“A peregrinação a Nossa Senhora de Sheshan, o santuário nacional de Nossa Senhora na China, foi, de novo, proibida” disse o missionário Bernardo Cervellera à Catholic News Agency.
No último encontro da plataforma das Comissões Justiça e Paz europeias, entre outras situações relativas a violações de direitos humanos em várias partes do mundo, foi dado particular especial à situação da China em geral e de Hong-Kong em particular. O padre Gianni Criveller, missionário italiano, especialista em questão relativas à China e residente por longos anos em Hong-Kong, sublinhou o seu profundo desencanto com a situação que se vive atualmente nessa região.
As autoridades chinesas da cidade de Zhaoxian (a 280 km de Pequim, na província de Hebei) fecharam na semana passada o orfanato Liming Zhi Jia das Irmãs do Menino Jesus, deixando várias dezenas de órfãos desfavorecidos e crianças deficientes em perigo sem apoio vital.
“Vamos ser acusados por cada palavra. Isto é terrivel. Hong Kong vai transformar-se numa cidade igual às outras, na China”, diz o cardeal Joseph Zen, bispo emérito de Hong Kong. O território vive tempos de encruzilhada, enquanto o Governo chinês aperta a tenaz.
O padre português Peter Stilwell será substituído pelo diácono Stephen Morgan, do País de Gales, no cargo de reitor da Universidade de São José, em Macau. A mudança, que já estava a ser equacionada há algum tempo, está prevista para julho, depois de um mandato de oito anos naquela que é a única universidade católica em toda a República Popular da China.
“A principal característica do movimento pró-democracia de Hong Kong é que não tem líderes, é horizontal. É o oposto do que aconteceu em 2014 com o movimento dos guarda-chuvas, que terminou com vários de seus líderes na prisão, e isso impede que nos parem.” É desta forma que Woody Tam, uma estudante de 24 anos, descreve o modelo seguido nos protestos de Hong Kong e demonstra o que o distingue dos que o precederam.
Entrevista de Bernardo Cervellera
Relatos da repressão dos católicos na China“A peregrinação a Nossa Senhora de Sheshan, o santuário nacional de Nossa Senhora na China, foi, de novo, proibida” disse o missionário Bernardo Cervellera à Catholic News Agency.
No último encontro da plataforma das Comissões Justiça e Paz europeias, entre outras situações relativas a violações de direitos humanos em várias partes do mundo, foi dado particular especial à situação da China em geral e de Hong-Kong em particular. O padre Gianni Criveller, missionário italiano, especialista em questão relativas à China e residente por longos anos em Hong-Kong, sublinhou o seu profundo desencanto com a situação que se vive atualmente nessa região.
As autoridades chinesas da cidade de Zhaoxian (a 280 km de Pequim, na província de Hebei) fecharam na semana passada o orfanato Liming Zhi Jia das Irmãs do Menino Jesus, deixando várias dezenas de órfãos desfavorecidos e crianças deficientes em perigo sem apoio vital.
“Vamos ser acusados por cada palavra. Isto é terrivel. Hong Kong vai transformar-se numa cidade igual às outras, na China”, diz o cardeal Joseph Zen, bispo emérito de Hong Kong. O território vive tempos de encruzilhada, enquanto o Governo chinês aperta a tenaz.
O padre português Peter Stilwell será substituído pelo diácono Stephen Morgan, do País de Gales, no cargo de reitor da Universidade de São José, em Macau. A mudança, que já estava a ser equacionada há algum tempo, está prevista para julho, depois de um mandato de oito anos naquela que é a única universidade católica em toda a República Popular da China.
“A principal característica do movimento pró-democracia de Hong Kong é que não tem líderes, é horizontal. É o oposto do que aconteceu em 2014 com o movimento dos guarda-chuvas, que terminou com vários de seus líderes na prisão, e isso impede que nos parem.” É desta forma que Woody Tam, uma estudante de 24 anos, descreve o modelo seguido nos protestos de Hong Kong e demonstra o que o distingue dos que o precederam.
Ano jubilar-800 anos da morte (8)
Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidadeO Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.
[Brasil, Religião e Poder]
Nossa Senhora e as trincheiras da campanha eleitoral brasileiraA controvérsia em torno de Nossa Senhora Aparecida mostra a dificuldade, cada vez maior, do Estado brasileiro de separar a mediação jurídica das identidades políticas e religiosas que cercam seus protagonistas
Direitos humanos
Presos políticos saharauis retomam greve de fome e denunciam represálias nas prisões marroquinasNove presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em três prisões marroquinas, exigindo o cumprimento de decisões dos mecanismos das Nações Unidas e denunciando as condições de detenção.
[Arquipélago Jerusalém]
O meu tio FredContra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].
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