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Dia de Finados: laços entre vivos e mortos

Dia de Finados: laços entre vivos e mortos

Ao aproximar-se o dia de finados – fiéis defuntos para os católicos – todos os caminhos vão dar aos cemitérios. Ramos e mais ramos de flores, naturais ou artificiais, vão ornamentando os cemitérios, transformando-os em aprazíveis jardins. Também não faltará a limpeza das campas, esquecidas ao longo do ano. Há mais vida para além dos familiares falecidos…

“Os senhores da guerra já deixaram cair a máscara”

Pintora Balbina Mendes ao 7M

“Os senhores da guerra já deixaram cair a máscara”

Com uma longa carreira como artista plástica, uma vida cheia de exposições, prémios, distinções, a pintora falou-nos entre a montagem de mais uma exposição – A Segunda Pele, em terras de Miranda do Douro –, dos seus projetos, da simbologia associada aos vários tipos de máscaras e do papel do artista como potencial transformador.

“A longa viagem começa por um passo”, recriemos…

“A longa viagem começa por um passo”, recriemos…

Inicio o meu quarto ano de uma escrita a que não estava habituada, a crónica jornalística. Nos primeiros três anos escrevi sobre a interculturalidade. Falei sobre o modo como podemos, por hipótese, colocar as culturas moçambicanas e portuguesa a dialogarem. Noutras vezes, inclui a cultura judaica, no diálogo com essas culturas. De um modo geral, tenho-me questionado sobre a cultura, nas suas diferentes manifestações: literatura, costumes, comportamentos sociais, práticas culturais, modos de ser, de estar e de fazer.

“A longa viagem começa por um passo”, recriemos…

Moçambique: tradições e costumes

Kudzunguliça ndzava, um ritual lourenço-marquino?

Escrevo, este texto numa altura na qual me encontro a ler Nyembête ou as cores da lágrima, romance da autoria de Calane da Silva (1945-2020), um renomado professor, jornalista, declamador e escritor moçambicano. Um dos rodapés da página 17 chamou-me a atenção e li: “Ku djungulissa: cumprimentar. Verbo que significa cumprimento tradicional ronga.

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