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O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

Um testemunho inquietante (e necessário) de Primo Levi

Há poucos dias, deparei-me com um artigo escrito por Primo Levi, o famoso judeu italiano que sobreviveu a Auschwitz, o qual, entre outras obras impressionantes, escreveu Se isto é um homem (1947), talvez o mais extraordinário e impressionante relato alguma vez escrito da desumanização a que os internos do campo polaco (a grande maioria judeus) estavam sujeitos. [Rúben Azevedo].

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

“Dos perigos da esperteza na era Trump”

Assistimos, nos últimos tempos, à reeleição de Donald Trump, o epitome de uma certa estupidez latente em todas as sociedades que, de tempos a tempos, vem à superfície. À sua boleia ascendeu a clique dos gigantes tecnológicos, cujo poder e influência globais são inegáveis. [Texto de Rúben Azevedo].

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

No coração da vida

Para nos mantermos no coração da vida, ou pelo menos dele vizinhos, temos de praticar a absoluta honestidade connosco mesmos. Temos de desprezar as vaidades, as aparências, e não perder de vista os apelos profundos da nossa consciência e aquilo que entendemos ser justo e verdadeiro. Temos de saber escutar o silêncio e procurar a Deus nele; e procurar, em relação aos outros, e na relação com os outros, a autenticidade da comunicação.

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

Alexis Carrel – ciência com fé

Alexis Carrel (1873-1944) foi um médico fisiologista francês, cientista consagrado, prémio nobel em 1912 pelos seus trabalhos sobre a estrutura dos vasos sanguíneos e a transplantação de órgãos. [Texto de Rúben Azevedo]

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

O que nos enraíza na vida

O que é que é real? Dito de outra forma: o que é que nos enraíza na vida e nos faz sentir que vivemos deveras? Primeiro, é preciso crer na vida. Isto é, acreditar que todo o esforço honesto vale a pena, ainda que pareça pequeno, quando está em causa a paz, a justiça, o conhecimento, a educação pessoal ou alheia. [Texto de Rúben Azevedo].

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

Pátria

Outros, cegos pela dor, ou mesmo pelo desespero, não conseguiam senão orar a Deus para que lhes desse paz. Ou lançavam ao abismo absoluto do Céu e da Terra um lancinante porquê, quando não um para quê, daqueles que visam a raíz do Ser para redimir toda a realidade. E o silêncio respondia sempre. [Texto de Rúben Azevedo].

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

A morte é uma doença da imaginação

Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

Um testemunho inquietante (e necessário) de Primo Levi

Há poucos dias, deparei-me com um artigo escrito por Primo Levi, o famoso judeu italiano que sobreviveu a Auschwitz, o qual, entre outras obras impressionantes, escreveu Se isto é um homem (1947), talvez o mais extraordinário e impressionante relato alguma vez escrito da desumanização a que os internos do campo polaco (a grande maioria judeus) estavam sujeitos. [Rúben Azevedo].

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

“Dos perigos da esperteza na era Trump”

Assistimos, nos últimos tempos, à reeleição de Donald Trump, o epitome de uma certa estupidez latente em todas as sociedades que, de tempos a tempos, vem à superfície. À sua boleia ascendeu a clique dos gigantes tecnológicos, cujo poder e influência globais são inegáveis. [Texto de Rúben Azevedo].

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

No coração da vida

Para nos mantermos no coração da vida, ou pelo menos dele vizinhos, temos de praticar a absoluta honestidade connosco mesmos. Temos de desprezar as vaidades, as aparências, e não perder de vista os apelos profundos da nossa consciência e aquilo que entendemos ser justo e verdadeiro. Temos de saber escutar o silêncio e procurar a Deus nele; e procurar, em relação aos outros, e na relação com os outros, a autenticidade da comunicação.

O (verdadeiro) nacionalismo é um humanismo – a propósito do 10 de junho 

Alexis Carrel – ciência com fé

Alexis Carrel (1873-1944) foi um médico fisiologista francês, cientista consagrado, prémio nobel em 1912 pelos seus trabalhos sobre a estrutura dos vasos sanguíneos e a transplantação de órgãos. [Texto de Rúben Azevedo]

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O que nos enraíza na vida

O que é que é real? Dito de outra forma: o que é que nos enraíza na vida e nos faz sentir que vivemos deveras? Primeiro, é preciso crer na vida. Isto é, acreditar que todo o esforço honesto vale a pena, ainda que pareça pequeno, quando está em causa a paz, a justiça, o conhecimento, a educação pessoal ou alheia. [Texto de Rúben Azevedo].

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Pátria

Outros, cegos pela dor, ou mesmo pelo desespero, não conseguiam senão orar a Deus para que lhes desse paz. Ou lançavam ao abismo absoluto do Céu e da Terra um lancinante porquê, quando não um para quê, daqueles que visam a raíz do Ser para redimir toda a realidade. E o silêncio respondia sempre. [Texto de Rúben Azevedo].

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Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

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