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Dar e dar-se

Dar e dar-se

Diz-me a minha amiga N. (a mil quilómetros de distância) que a dádiva mais importante está no tempo, no tempo que damos aos outros. Dar-se aos outros é, de facto, diferente de dar aos outros. Paradoxalmente, é muito mais difícil e muito mais fácil de pôr em prática.

Dar e dar-se

Entre Margens

O santo assassino

Acabo de ler o diário de um criminoso: Jacques Fesch (1930-1957). Felizmente, foi traduzido e editado em Portugal pelas edições Lucerna, de Cascais (2023). Embora o título, uma frase do autor usada na edição francesa, seja bastante fraco e possa afastar alguns leitores (“Daqui a cinco horas vou ver Jesus”), é dos mais tocantes documentos humanos e espirituais que pude ler nos últimos tempos. [Texto de Ruy Ventura].

Dar e dar-se

Leão XIV: Leão de Aslan ou Leão de peluche?

Li há poucos dias: Robert Francis Prevost Martínez, ao escolher “Leão XIV” como nome pontifício, não teve em mente restabelecer uma linhagem espiritual. Manifestou, antes, ser exímio a delinear uma estratégia de “branding”, destinada a gerir estrategicamente a sua marca, “visando criar e manter uma imagem positiva e relevante na mente do público-alvo” (segundo explica um motor de busca disponível em linha). [Texto de Ruy Ventura].

Dar e dar-se

Um irmão desconhecido (de Jorge Mario Bergoglio)

“Siempre imaginé que el Paraíso sería algún tipo de biblioteca”, intuiu Jorge Luis Borges. No Dia do Livro e dia de São Jorge (23 de Abril), recordei um outro Jorge que, há muitos anos, teve de fazer a barba ao poeta argentino. Não creio que ele tenha de pegar novamente na lâmina de barbear. Imagino-os, todavia, agora, neste preciso momento, sentados na Biblioteca. [Texto de Ruy Ventura]

Dar e dar-se

E se nos calássemos?

Estamos no início da Quaresma cristã. Abundam as palavras. Abundam os chavões. Abundam as palavras vazias ou esvaziadas. Os discursos. As homilias. As meditações. As prelecções. As pregações. As mensagens. Fortes, fracas ou assim-assim. Talvez seja apenas eu a senti-lo, mas falta-nos a abundância do silêncio, tanto exterior quanto interior. [Texto de Rui Ventura]

Dar e dar-se

Dar e dar-se

Diz-me a minha amiga N. (a mil quilómetros de distância) que a dádiva mais importante está no tempo, no tempo que damos aos outros. Dar-se aos outros é, de facto, diferente de dar aos outros. Paradoxalmente, é muito mais difícil e muito mais fácil de pôr em prática.

Dar e dar-se

Entre Margens

O santo assassino

Acabo de ler o diário de um criminoso: Jacques Fesch (1930-1957). Felizmente, foi traduzido e editado em Portugal pelas edições Lucerna, de Cascais (2023). Embora o título, uma frase do autor usada na edição francesa, seja bastante fraco e possa afastar alguns leitores (“Daqui a cinco horas vou ver Jesus”), é dos mais tocantes documentos humanos e espirituais que pude ler nos últimos tempos. [Texto de Ruy Ventura].

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Leão XIV: Leão de Aslan ou Leão de peluche?

Li há poucos dias: Robert Francis Prevost Martínez, ao escolher “Leão XIV” como nome pontifício, não teve em mente restabelecer uma linhagem espiritual. Manifestou, antes, ser exímio a delinear uma estratégia de “branding”, destinada a gerir estrategicamente a sua marca, “visando criar e manter uma imagem positiva e relevante na mente do público-alvo” (segundo explica um motor de busca disponível em linha). [Texto de Ruy Ventura].

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“Siempre imaginé que el Paraíso sería algún tipo de biblioteca”, intuiu Jorge Luis Borges. No Dia do Livro e dia de São Jorge (23 de Abril), recordei um outro Jorge que, há muitos anos, teve de fazer a barba ao poeta argentino. Não creio que ele tenha de pegar novamente na lâmina de barbear. Imagino-os, todavia, agora, neste preciso momento, sentados na Biblioteca. [Texto de Ruy Ventura]

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Estamos no início da Quaresma cristã. Abundam as palavras. Abundam os chavões. Abundam as palavras vazias ou esvaziadas. Os discursos. As homilias. As meditações. As prelecções. As pregações. As mensagens. Fortes, fracas ou assim-assim. Talvez seja apenas eu a senti-lo, mas falta-nos a abundância do silêncio, tanto exterior quanto interior. [Texto de Rui Ventura]

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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