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Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

[Moçambique, Margem Sul]

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

Assisti, à estreia, em Maputo, do filme intitulado “O Ancoradouro do tempo”. A realização é de Sol de Carvalho, num roteiro co-elaborado com Mia Couto, este último, autor do romance A Varanda do Frangipani, livro adaptado para a referida longa-metragem de 105 min. Trata-se de um filme com muitas camadas simbólicas, umas óbvias e outras por descortinar (porque mágicas ou simbólicas), o que faz dele um bom filme. [Texto de Sara Laísse].

Doze casas, muitos corpos por explicar

[Moçambique, margem Sul]

Doze casas, muitos corpos por explicar

Falei há alguns dias, numa universidade em Lisboa, sobre a representação literária das Donas de Prazos na Zambézia, em Moçambique. Eram senhoras de poder: muitas delas mestiças – indo‑portuguesas, vindas de Goa ou descendentes de uniões com chefias locais – e também mulheres nativas que, por via da sucessão feminina prevista no regime dos prazos, herdavam terras extensas… [Texto de Sara Jona Laisse].

Esguelhas da alma: o outro lado da vida

[Moçambique, Margem Sul]

Esguelhas da alma: o outro lado da vida

Li “Esguelhas da alma” avisada de que quem não tem informação sobre alguma coisa não a deve criticar, deve procurar conhecê-la, antes. Ou seja, há um conselho: não fales sobre o que não sabes, pergunta. [A crónica de Sara Jona Laisse sobre um livro de Virgílio Sitole]

N’fukwa eleitoral: “a sorte está lançada”

[Moçambique, margem Sul]

N’fukwa eleitoral: “a sorte está lançada”

Mulheres moçambicanas, na sua maioria que perderam ou têm seus filhos internados em hospitais ou em casa, de baixa, como resultados dos tumultos havidos durante as manifestações pós-eleitorais, das últimas semanas, marcharam e ajoelharam-se em frente ao Conselho Constitucional, presidido pela juíza Lúcia Ribeiro. Elas representavam várias outras mulheres de diferentes estratos sociais.

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

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