O Festival da Eurovisão é, desde há décadas, mais do que um concurso de música: tornou-se um palco simbólico onde culturas, narrativas e tensões se cruzam sob as luzes intensas do entretenimento global. No certame, a presença de Israel – país que não pertence geograficamente à Europa, mas integra a União Europeia de Radiodifusão – tem sido, nos últimos anos, motivo de debate aceso. [Texto de Sérgio Carvalho].






