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Onde amanhece a esperança?

Entre Margens

Onde amanhece a esperança?

Das dezenas de conflitos que nos mancham hoje a consciência, nenhum me causa tal angústia como este. Sinto a dor dos meus amigos da comunidade judaica e rego diariamente com ternura a oliveira bonsai entregue ao Patriarca de Lisboa como sinal de esperança, pela representante da Missão da Palestina em Portugal. [Texto de Peter Stilwell]

Noite e Nevoeiro ou uma descoberta tardia da Shoah

Entre Margens

Noite e Nevoeiro ou uma descoberta tardia da Shoah

Era uma turma pequena, com crianças agitadas e, no geral, já exaustas às primeiras horas da manhã. Na verdade, só algumas conseguiam seguir e participar no trabalho quotidiano com uma disciplina e um sentido crítico e analítico suficientemente despertos para se entenderem com o mundo em que vivem. [Texto de João Santos].

House, de Amos Gitai

House, de Amos Gitai

O meu terceiro post sobre os “Reflexos e Reflexões”, que decorreram na semana passada no âmbito dos Berliner Festspiele, é sobre a peça de teatro “House”, que vi no domingo. Ao longo de um quarto de século, o realizador israelita Amos Gitai filmou as pessoas de uma casa centenária em Jerusalém Ocidental, na rua Dor Dor ve Dorshav, que significa algo como “cada geração interpreta à sua maneira”. [Texto de Helena Araújo]

“O 7 de outubro, a guerra em Gaza e as sombras da Shoah e da Nakba”

“O 7 de outubro, a guerra em Gaza e as sombras da Shoah e da Nakba”

O último dia de “Reflexos e Reflexões” prometia uma tarde bem preenchida: o debate sobre “o 7 de outubro, a guerra em Gaza e as sombras da Shoah e da Nakba”, e a peça de teatro “House”, de Amos Gitai, pelo teatro La Colline. Aqui deixo uma síntese do debate, que tentei fazer com a maior fidedignidade possível, a partir dos apontamentos que fui tomando (era proibido tirar fotografias ou fazer gravações, para garantir que todos se sentiam mais livres para falar). [Texto de Helena Araújo]

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

[Efemérides]

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Nas sociedades acontece muitas vezes que as vítimas se tornam mais tarde carrascos de outros replicando o sofrimento que lhes foi infligido. Como é possível que um povo que tanto sofreu, inflija agora a outro povo tamanho sofrimento? Traumas mal resolvidos, feridas não saradas, ódios latentes, preconceitos, responsabilidades não assumidas conduzem indubitavelmente à propagação do mal, à ostracização do outro. [Texto de José Centeio]

Os silêncios de Pio XII foram uma escolha – e que custos teve essa opção?

“A Lista do Padre Carreira” debate

Os silêncios de Pio XII foram uma escolha – e que custos teve essa opção?

Os silêncios do Papa Pio XII durante aa Segunda Guerra Mundial “foram uma escolha”. E não apenas no que se refere ao extermínio dos judeus: “Ele também não teve discursos críticos sobre a Polónia”, um “país católico que estava a ser dividido pelos alemães, exactamente por estar convencido de que uma tomada de posição pública teria aniquilado a Santa Sé”. A afirmação é do historiador Andrea Riccardi, e surge no contexto da reportagem A Lista do Padre Carreira, que será exibida nesta quarta-feira, 31 de Maio, na TVI, numa parceria entre a estação televisiva e o 7MARGENS.

Campanha internacional divulga depoimentos de sobreviventes do Holocausto

Mais de 100 participantes

Campanha internacional divulga depoimentos de sobreviventes do Holocausto

Sonia Klein nasceu em Varsóvia (Polónia), no seio de uma família judia, e tinha 14 anos quando começou a Segunda Guerra Mundial. Passou por quatro campos de concentração e uma marcha da morte e, ao contrário do seu irmão mais novo e dos seus pais, sobreviveu. Agora, juntamente com um filho e um neto, fez questão de se juntar à campanha internacional da Claims Conference e contar a sua história, para que as gerações futuras possam aprender com as atrocidades do passado.

Onde amanhece a esperança?

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O último dia de “Reflexos e Reflexões” prometia uma tarde bem preenchida: o debate sobre “o 7 de outubro, a guerra em Gaza e as sombras da Shoah e da Nakba”, e a peça de teatro “House”, de Amos Gitai, pelo teatro La Colline. Aqui deixo uma síntese do debate, que tentei fazer com a maior fidedignidade possível, a partir dos apontamentos que fui tomando (era proibido tirar fotografias ou fazer gravações, para garantir que todos se sentiam mais livres para falar). [Texto de Helena Araújo]

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“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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