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A civilização amedrontada

[Entre Margens]

A civilização amedrontada

Vivemos numa Europa em sobressalto. Tem medo das guerras, das pandemias, das crises, do fim do planeta, do fim de si mesma. E essa avalanche de medos diz hoje mais respeito ao futuro do que ao que efetivamente nos é dado viver, no nosso tempo e no nosso espaço. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A Era Axial

[Saborear os Clássicos (XIX)]

A Era Axial

“Independentemente de se ser ateu, agnóstico, budista, hindu, cristão ou de outra religião, é importante ter uma visão alargada, aberta em relação ao mundo e a outros modos de compreensão da realidade. Não estar arreigado a princípios rígidos, a uma visão dogmática de uma determinada religião.” [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa]

Notas à margem do silêncio

Ensaio

Notas à margem do silêncio

Há um silêncio falante e meditante (como ars meditandi), que é eloquente, grávido de palavra significativa, que revela a verdade das coisas, da realidade e de nós mesmos. Um silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente, que está lá discretamente, como uma atmosfera a envolver-nos, precisamente como oratio interior silenciosa. [Texto de João Paulo Costa]

“s” de silêncio, de saudade – Entre o Silêncio e a Saudade

[Dicionário particular]

“s” de silêncio, de saudade – Entre o Silêncio e a Saudade

Há um tipo de silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente. É um silêncio que não é ausência de som, é presença cheia de significado. Vivemos os dias rodeados por ruído – as buzinas dos carros, as notificações, os áudios no seu despejar de conversas e as palavras que não se dizem – mas é no silêncio que encontramos a verdade. [Texto de Júlia Costa].

E se nos calássemos?

E se nos calássemos?

Estamos no início da Quaresma cristã. Abundam as palavras. Abundam os chavões. Abundam as palavras vazias ou esvaziadas. Os discursos. As homilias. As meditações. As prelecções. As pregações. As mensagens. Fortes, fracas ou assim-assim. Talvez seja apenas eu a senti-lo, mas falta-nos a abundância do silêncio, tanto exterior quanto interior. [Texto de Rui Ventura]

A civilização amedrontada

[Entre Margens]

A civilização amedrontada

Vivemos numa Europa em sobressalto. Tem medo das guerras, das pandemias, das crises, do fim do planeta, do fim de si mesma. E essa avalanche de medos diz hoje mais respeito ao futuro do que ao que efetivamente nos é dado viver, no nosso tempo e no nosso espaço. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A Era Axial

[Saborear os Clássicos (XIX)]

A Era Axial

“Independentemente de se ser ateu, agnóstico, budista, hindu, cristão ou de outra religião, é importante ter uma visão alargada, aberta em relação ao mundo e a outros modos de compreensão da realidade. Não estar arreigado a princípios rígidos, a uma visão dogmática de uma determinada religião.” [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa]

Notas à margem do silêncio

Ensaio

Notas à margem do silêncio

Há um silêncio falante e meditante (como ars meditandi), que é eloquente, grávido de palavra significativa, que revela a verdade das coisas, da realidade e de nós mesmos. Um silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente, que está lá discretamente, como uma atmosfera a envolver-nos, precisamente como oratio interior silenciosa. [Texto de João Paulo Costa]

“s” de silêncio, de saudade – Entre o Silêncio e a Saudade

[Dicionário particular]

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Há um tipo de silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente. É um silêncio que não é ausência de som, é presença cheia de significado. Vivemos os dias rodeados por ruído – as buzinas dos carros, as notificações, os áudios no seu despejar de conversas e as palavras que não se dizem – mas é no silêncio que encontramos a verdade. [Texto de Júlia Costa].

E se nos calássemos?

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Estamos no início da Quaresma cristã. Abundam as palavras. Abundam os chavões. Abundam as palavras vazias ou esvaziadas. Os discursos. As homilias. As meditações. As prelecções. As pregações. As mensagens. Fortes, fracas ou assim-assim. Talvez seja apenas eu a senti-lo, mas falta-nos a abundância do silêncio, tanto exterior quanto interior. [Texto de Rui Ventura]

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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