Os gastos militares mundiais aumentaram em 2025 pelo 11º ano consecutivo, tendo atingido 2.887 mil milhões de dólares, um aumento em termos reais de 2,9 por cento em relação a 2024.
2.887 mil milhões de dólares
Gastos com armamento no mundo voltam a subir pelo 11º ano consecutivoOs gastos militares mundiais aumentaram em 2025 pelo 11º ano consecutivo, tendo atingido 2.887 mil milhões de dólares, um aumento em termos reais de 2,9 por cento em relação a 2024.
De 2021 a 2025
Estados europeus mais do que triplicaram importações de armas pesadasComeçam a ver-se resultados da corrida às armas na Europa. De facto, os Estados europeus mais do que triplicaram as suas importações de armas, tornando este continente a principal região destinatária de armamento pesado, no período compreendido entre 2021 e 2025.
Relatório da SIPRI
Indústria das armas: disparou a procura e… os lucros dos produtoresO volume de negócios dos 100 maiores produtores de armamento “disparou”, registando em média um crescimento de cerca de 6 por cento, em comparação com 2023. As vendas de armas e de serviços de natureza militar atingiram um montante record de 679 mil milhões de dólares americanos.
EUA e Rússia com 90 por cento das armas
SIPRI alerta: “Nova e perigosa corrida ao armamento nuclear”Uma “nova e perigosa corrida ao armamento nuclear” que se regista no mundo é talvez a conclusão mais saliente do Anuário de 2025 do SIPRI (Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo), que acaba de ser divulgado.
Relatório do SIPRI
Gastos militares cresceram 13 por cento na Europa em 2022Os gastos militares globais totais contabilizáveis atingiram no ano passado o valor astronómico de 2,24 mil biliões de dólares, soma equivalente a perto de 10 vezes o PIB de 2022. A despesa militar mundial aumentou 3,7 por cento em termos reais e os gastos militares na Europa registaram o maior aumento (13%) anual das últimas três décadas.
EUA ganham com guerra na Ucrânia
Europa e Nato com enormes aumentos na importação de armamento pesadoNos últimos cinco anos, houve uma redução das transferências de armamento pesado no mundo, mas a Europa foi exceção ao aumentar em 47 por cento as importações em relação aos cinco anos anteriores. Quem beneficiou foram os Estados Unidos da América.
Em 2021 e pela primeira vez
Gastos militares mundiais ultrapassaram dois biliões de dólaresOs gastos militares globais totais atingiram em 2021 os 2,1 biliões de dólares, o que representa um aumento de 0,7 por cento em termos reais e levou a ultrapassar uma fasquia que nunca tinha sido atingida. Os dados foram revelados na última segunda-feira, 25, em Estocolmo, pela SIPRI – Instituto Internacional de Investigação sobre a Paz, uma entidade reconhecida no campo, que há anos funciona também como observatório e que refere que se tratou do sétimo ano consecutivo de aumento dos gastos.
Outros grandes gastadores são a China e a Índia, a primeira vez, diz o SIPRI, que dois países asiáticos se sentam à mesma mesa no tocante ao comércio de armas. Os chineses despenderam 261 mil milhões de dólares com armas em 2019, mais 5,1 por cento do que antes, os indianos 71,1 mil milhões, mais 6,8.
2.887 mil milhões de dólares
Gastos com armamento no mundo voltam a subir pelo 11º ano consecutivoOs gastos militares mundiais aumentaram em 2025 pelo 11º ano consecutivo, tendo atingido 2.887 mil milhões de dólares, um aumento em termos reais de 2,9 por cento em relação a 2024.
De 2021 a 2025
Estados europeus mais do que triplicaram importações de armas pesadasComeçam a ver-se resultados da corrida às armas na Europa. De facto, os Estados europeus mais do que triplicaram as suas importações de armas, tornando este continente a principal região destinatária de armamento pesado, no período compreendido entre 2021 e 2025.
Relatório da SIPRI
Indústria das armas: disparou a procura e… os lucros dos produtoresO volume de negócios dos 100 maiores produtores de armamento “disparou”, registando em média um crescimento de cerca de 6 por cento, em comparação com 2023. As vendas de armas e de serviços de natureza militar atingiram um montante record de 679 mil milhões de dólares americanos.
EUA e Rússia com 90 por cento das armas
SIPRI alerta: “Nova e perigosa corrida ao armamento nuclear”Uma “nova e perigosa corrida ao armamento nuclear” que se regista no mundo é talvez a conclusão mais saliente do Anuário de 2025 do SIPRI (Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo), que acaba de ser divulgado.
Relatório do SIPRI
Gastos militares cresceram 13 por cento na Europa em 2022Os gastos militares globais totais contabilizáveis atingiram no ano passado o valor astronómico de 2,24 mil biliões de dólares, soma equivalente a perto de 10 vezes o PIB de 2022. A despesa militar mundial aumentou 3,7 por cento em termos reais e os gastos militares na Europa registaram o maior aumento (13%) anual das últimas três décadas.
EUA ganham com guerra na Ucrânia
Europa e Nato com enormes aumentos na importação de armamento pesadoNos últimos cinco anos, houve uma redução das transferências de armamento pesado no mundo, mas a Europa foi exceção ao aumentar em 47 por cento as importações em relação aos cinco anos anteriores. Quem beneficiou foram os Estados Unidos da América.
Em 2021 e pela primeira vez
Gastos militares mundiais ultrapassaram dois biliões de dólaresOs gastos militares globais totais atingiram em 2021 os 2,1 biliões de dólares, o que representa um aumento de 0,7 por cento em termos reais e levou a ultrapassar uma fasquia que nunca tinha sido atingida. Os dados foram revelados na última segunda-feira, 25, em Estocolmo, pela SIPRI – Instituto Internacional de Investigação sobre a Paz, uma entidade reconhecida no campo, que há anos funciona também como observatório e que refere que se tratou do sétimo ano consecutivo de aumento dos gastos.
Outros grandes gastadores são a China e a Índia, a primeira vez, diz o SIPRI, que dois países asiáticos se sentam à mesma mesa no tocante ao comércio de armas. Os chineses despenderam 261 mil milhões de dólares com armas em 2019, mais 5,1 por cento do que antes, os indianos 71,1 mil milhões, mais 6,8.
Encontro no Vaticano
“Amoris laetitia” é coerente com o ensinamento da Igreja, afirma irmã Helen Alford novidadeA exortação apostólica Amoris laetitia é coerente com o ensinamento e a prática da Igreja anteriores a Francisco e deve ser entendida em continuidade com a reflexão de João Paulo II sobre o casamento e a família, afirmou a irmã Helen Alford, presidente da Pontifícia...
Diocese de Portalegre – Castelo Branco
“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidadeNo fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.
EUA
Arquidiocese no Missouri leva práticas do ICE a tribunal novidadeA arquidiocese de St. Louis, no Missouri (EUA), intentou uma ação contra o Governo federal por ver os seus padres impedidos de distribuir a comunhão e ouvir em confissão os detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, no acrónimo em inglês) internados no Centro de Detenção do Condado de Ste. Genevieve.
[Lugar (in)comum]
“Depressa passas de bestial a besta” novidade“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.