O Dia Mundial dos Doentes também pede urgência de ação nas relações de proximidade a pessoas doentes, em sofrimento e necessidade. Assim fez o terceiro, (um em três!), o estrangeiro compassivo que se aproximou e se tornou próximo do ferido e roubado no caminho de Jericó; e não os dois nacionais (dois em três!), que passaram ao largo de coração frio e indiferença pelo sofrer do ferido (cf. Parábola, Lc. 10). [Texto de Aires Gameiro].











