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‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João Tordo

[Dicionário particular II]

‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João Tordo

Inventário da Solidão, do João Tordo, pertence à categoria de livros que parecem perseguir-nos. Transforma o corpo num mapa, num instrumento da narrativa, e arrasta-nos para dentro daquilo que, tantas vezes, preferimos ignorar. Não é apenas uma reflexão sobre a solidão, obriga-nos a senti-la, a percorrê-la, como se cada página fosse o terreno onde vamos pondo os pés. [Texto de Júlia Costa].

Burocracia e alma

[Entre Margens]

Burocracia e alma

“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira

Um grito, um caminho e a procura de sempre

"Que fizeste do teu irmão?"

Um grito, um caminho e a procura de sempre

Há milhares de anos que este grito se vai ouvindo com maior ou menor intensidade. Nestes últimos dias temos sido surpreendidos com o enorme sucesso que alcançou Rosalía com o seu disco LUX que traduz este apelo em palavras muito atuais. Como ela, grande número de jovens não hesita em exprimir os seus sentimentos e a busca de sentido e de luz para as suas vidas. Há algum tempo vemos um aumento de manifestações e devoções religiosas. [Texto de Lucy Wainewright].

‘i’ de idoso – quando um dos nossos morre sem que tenhamos percebido

[Dicionário particular II]

‘i’ de idoso – quando um dos nossos morre sem que tenhamos percebido

Há poucos meses, em Espanha, foi descoberto o corpo mumificado de um idoso que morreu há 15 anos sem que ninguém desse pela sua ausência. O caso chocou pela crueza: o homem vivia sozinho, afastado da família, e só foi encontrado porque uma infiltração incomodou um vizinho. Durante uma década e meia, ninguém bateu à sua porta. Ninguém perguntou. Ninguém estranhou. [Texto de Júlia Costa].

Grupos de WhatsApp: O silêncio invejoso

Entre Margens

Grupos de WhatsApp: O silêncio invejoso

Um dia li que a agressão pelo silêncio se chama inveja. Esta frase, tão simples quanto poderosa, ecoou em mim quando, em contexto de psicoterapia, escutei uma história que poderia ser a de qualquer um de nós – Era uma vez um grupo de WhatsApp, desses que se multiplicam entre familiares e amigos, eventos e viagens… e que, se bem usados, até são bastante úteis. [Texto de Margarida Cordo].

Voluntários leem para idosos em Coimbra e quebram o isolamento

Voluntários leem para idosos em Coimbra e quebram o isolamento

No âmbito de uma parceria realizada com a Cáritas Diocesana de Coimbra está em vigência desde o passado mês de fevereiro, o projeto “Leituras ao domicílio”. Desde então, “40 voluntários têm estado a trabalhar em duplas de leitores com 20 utentes do Serviço de Apoio Domiciliário da Cáritas Diocesana de Coimbra, do Centro Rainha Santa Isabel e Lar Santo António e do Centro Social São Pedro”, explica a Cáritas de Coimbra.

Solidão: o que fazer?

[A Escuta que Cura – 5]

Solidão: o que fazer?

A solidão é uma experiência humana universal inevitável. Por mais que tenhamos relações próximas, há sempre uma parte da nossa experiência que é solitária, individual. Muitas vezes mal vivida pode influenciar a saúde mental e emocional. [Texto de Mónica Barbosa].

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Burocracia e alma

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“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira

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Há milhares de anos que este grito se vai ouvindo com maior ou menor intensidade. Nestes últimos dias temos sido surpreendidos com o enorme sucesso que alcançou Rosalía com o seu disco LUX que traduz este apelo em palavras muito atuais. Como ela, grande número de jovens não hesita em exprimir os seus sentimentos e a busca de sentido e de luz para as suas vidas. Há algum tempo vemos um aumento de manifestações e devoções religiosas. [Texto de Lucy Wainewright].

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“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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