AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

‘x’ de x-files – the x-files e a arte de esperar

[Dicionário particular]

‘x’ de x-files – the x-files e a arte de esperar

Um título destes merece o início do costume: “Eu ainda sou do tempo…” em que ver uma série como The X-Files era um compromisso semanal. Nos anos 90, a televisão não era apenas um ecrã, era um ponto de encontro. Acompanhar séries era uma experiência muito diferente daquela que vivemos hoje. [Texto de Júlia Costa]

Menos deslumbramento pela tecnologia e mais respeito pelas pessoas

Menos deslumbramento pela tecnologia e mais respeito pelas pessoas

A história não era, até há pouco, amplamente conhecida. Terá começado antes do fim do século XX e prolongar-se-ia pela primeira década e meia do século seguinte. Durante este período, muitos chefes de postos de correio britânicos localizados em pequenas cidades ou em áreas rurais foram sendo acusados de roubo, fraude e falsificação de contabilidade financeira. As incriminações eram simples e iguais: tinham subtraído dinheiro das contas bancárias dos postos de correio que dirigiam.

O Globo da Garota: Obrigado, Cátia

O Globo da Garota: Obrigado, Cátia

A Garota é um fenómeno que nos resgata meia esperança do fundo do poço. Não se trata do Globo (mero objecto), trata-se de um povo rendido a uma mulher que fascina pelo pensamento, que fala dos abusos sem rédeas e sem vergonhas.

“Um Gesto Pela Liberdade” na RTP evoca vigília da Capela do Rato

Comunidade tem novo Compromisso pela Paz

“Um Gesto Pela Liberdade” na RTP evoca vigília da Capela do Rato

Um documentário que evoca a vigília da Capela do Rato, realizada há 50 anos em Lisboa contra a guerra colonial, passa na noite desta segunda-feira, 9 de Janeiro, na RTP1. Da autoria do jornalista Jacinto Godinho e do repórter de imagem Carlos Oliveira, Um Gesto Pela Liberdade reúne depoimentos de organizadores e participantes da vigília de 30 de Dezembro 1972 – incluindo excertos de uma entrevista inédita a Nuno Teotónio Pereira –, imagens actuais, testemunhos e documentos, reconstituindo a história daquela iniciativa de um grupo de católicos.

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

António Raminhos em entrevista

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

Andou na catequese, foi escuteiro, e, em plena adolescência, quis ser padre – talvez porque também nesse papel teria de falar às pessoas e cativá-las. A obrigatoriedade do celibato assustou-o. Mais tarde, o sentir que havia falta de coerência dentro da Igreja Católica também. É apaixonado pelas religiões (até gostava de fazer um programa de televisão sobre elas), mas é a figura de Jesus Cristo que verdadeiramente o inspira. Hoje, apesar de ter decidido batizar as três filhas ou de ter ido recentemente a Fátima a pé, não se revê na falta de abertura da Igreja Católica e diz-se mais cristão do que católico. Em plena digressão do seu mais recente espetáculo “Não sou eu, é a minha cabeça”, o comediante António Raminhos falou ao 7MARGENS sobre a sua relação com a fé e a forma como esta pode ajudar pessoas que, como ele, sofrem com distúrbios de ansiedade. E também de como a religião é um terreno fértil para o seu trabalho…

‘x’ de x-files – the x-files e a arte de esperar

[Dicionário particular]

‘x’ de x-files – the x-files e a arte de esperar

Um título destes merece o início do costume: “Eu ainda sou do tempo…” em que ver uma série como The X-Files era um compromisso semanal. Nos anos 90, a televisão não era apenas um ecrã, era um ponto de encontro. Acompanhar séries era uma experiência muito diferente daquela que vivemos hoje. [Texto de Júlia Costa]

Menos deslumbramento pela tecnologia e mais respeito pelas pessoas

Menos deslumbramento pela tecnologia e mais respeito pelas pessoas

A história não era, até há pouco, amplamente conhecida. Terá começado antes do fim do século XX e prolongar-se-ia pela primeira década e meia do século seguinte. Durante este período, muitos chefes de postos de correio britânicos localizados em pequenas cidades ou em áreas rurais foram sendo acusados de roubo, fraude e falsificação de contabilidade financeira. As incriminações eram simples e iguais: tinham subtraído dinheiro das contas bancárias dos postos de correio que dirigiam.

O Globo da Garota: Obrigado, Cátia

O Globo da Garota: Obrigado, Cátia

A Garota é um fenómeno que nos resgata meia esperança do fundo do poço. Não se trata do Globo (mero objecto), trata-se de um povo rendido a uma mulher que fascina pelo pensamento, que fala dos abusos sem rédeas e sem vergonhas.

“Um Gesto Pela Liberdade” na RTP evoca vigília da Capela do Rato

Comunidade tem novo Compromisso pela Paz

“Um Gesto Pela Liberdade” na RTP evoca vigília da Capela do Rato

Um documentário que evoca a vigília da Capela do Rato, realizada há 50 anos em Lisboa contra a guerra colonial, passa na noite desta segunda-feira, 9 de Janeiro, na RTP1. Da autoria do jornalista Jacinto Godinho e do repórter de imagem Carlos Oliveira, Um Gesto Pela Liberdade reúne depoimentos de organizadores e participantes da vigília de 30 de Dezembro 1972 – incluindo excertos de uma entrevista inédita a Nuno Teotónio Pereira –, imagens actuais, testemunhos e documentos, reconstituindo a história daquela iniciativa de um grupo de católicos.

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

António Raminhos em entrevista

“Cheguei a pensar ser padre… não é muito diferente de ser comediante”

Andou na catequese, foi escuteiro, e, em plena adolescência, quis ser padre – talvez porque também nesse papel teria de falar às pessoas e cativá-las. A obrigatoriedade do celibato assustou-o. Mais tarde, o sentir que havia falta de coerência dentro da Igreja Católica também. É apaixonado pelas religiões (até gostava de fazer um programa de televisão sobre elas), mas é a figura de Jesus Cristo que verdadeiramente o inspira. Hoje, apesar de ter decidido batizar as três filhas ou de ter ido recentemente a Fátima a pé, não se revê na falta de abertura da Igreja Católica e diz-se mais cristão do que católico. Em plena digressão do seu mais recente espetáculo “Não sou eu, é a minha cabeça”, o comediante António Raminhos falou ao 7MARGENS sobre a sua relação com a fé e a forma como esta pode ajudar pessoas que, como ele, sofrem com distúrbios de ansiedade. E também de como a religião é um terreno fértil para o seu trabalho…

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest