“A estrutura do calendário litúrgico cristão não pode ser compreendida adequadamente se for reduzida a uma mera sucessão cronológica de memórias devocionais. Ela constitui, antes, uma verdadeira gramática teológica do tempo, na qual a economia da salvação se inscreve numa relação inteligível com a ordem criada.” [Texto de Sérgio Carvalho]












