Thomas Merton é considerado como um dos grandes místicos do século XX. A sua capacidade de análise da realidade não se perdeu, ficou até mais aguçada, após a sua entrada na Abadia de Getsémani como monge trapista da estrita observância. Estamos perante um homem que, como bom místico, não perde o contacto com a realidade e não tira os seus pés nem as suas mãos da lama de qualquer fraqueza e problema humano. [Texto de Cristina Inogés Sanz]







