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Escolas neutras, culturas invisíveis

[Entre Margens]

Escolas neutras, culturas invisíveis

Há dias acompanhei um grupo de alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) numa visita ao Templo Hindu de Lisboa e à Mesquita Central. Foram momentos de grande aprendizagem para todos, já que acredito profundamente que é preciso conhecer para podermos respeitar. [Texto de Adriano Batista].

‘g’ de gente — gente que não bate assim

[Dicionário particular II]

‘g’ de gente — gente que não bate assim

Há gente que não bate assim. Não bate à porta, não bate o pé, não bate no peito. É gente que não exige, mas que está. Está nos bairros, nos transportes, nas filas, nos corredores dos supermercados, à porta de lojas. É “aquela gente” que vive ao nosso lado, no nosso prédio, mas que raramente vemos, nem queremos ver! [Texto de Júlia Costa].

É possível ter “alma portuguesa” e “fé islâmica”? Sim, e estas mulheres são a prova disso

Projeto promove integração

É possível ter “alma portuguesa” e “fé islâmica”? Sim, e estas mulheres são a prova disso

Mariam, Nurjaha, Aisha, Shahista, Nesrine, Taslima, Mariama, Rucssana, Zohra, Fátima, Amrin, Vera, Cristina, Haula, Shahina, Soraia, Zeinab, Francelina, Sarika, Joana, Sara. Esta lista de nomes, sim, é pública e pode ser partilhada. São nomes de mulheres que se definem como “portuguesas, muçulmanas, livres”, e que decidiram dar a cara para mostrar algo que para elas sempre foi claro: “é possível viver plenamente a identidade portuguesa e a fé islâmica, sem que uma anule a outra”.

Testemunho

E que tal o ambiente na escola? Podia ser melhor!

Conversámos com a Sara, 12 anos, sobre algo que a preocupa: o ambiente na escola que frequenta, que nem sempre é o melhor. No  testemunho que abaixo transcrevemos, ela fala-nos sobre o que considera estar errado e dá sugestões para solucionar alguns dos problemas.

E se articulassem Educação Moral e Religiosa Católica com Cidadania e Desenvolvimento?

E se articulassem Educação Moral e Religiosa Católica com Cidadania e Desenvolvimento?

Tocou-nos o artigo publicado a 19 de setembro sobre o tema das aulas de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), sua secundarização no currículo e decréscimo acentuado da frequência, como nos preocupa a resignação, pelo menos aparente, com que a situação é encarada por quem tem responsabilidades no assunto. [Texto de Ângelo Soares e Maria Artur]

E se a Educação Moral e Religiosa voltasse às escolas?

E se a Educação Moral e Religiosa voltasse às escolas?

De uma coisa estou certa: se nas escolas se voltasse a ensinar Educação Moral e Religiosa (ou pelo menos uma História e Cultura das Religiões), o mundo seria um lugar um pouco melhor. É importante que a disciplina não morra.

Escolas neutras, culturas invisíveis

[Entre Margens]

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Há dias acompanhei um grupo de alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) numa visita ao Templo Hindu de Lisboa e à Mesquita Central. Foram momentos de grande aprendizagem para todos, já que acredito profundamente que é preciso conhecer para podermos respeitar. [Texto de Adriano Batista].

‘g’ de gente — gente que não bate assim

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Há gente que não bate assim. Não bate à porta, não bate o pé, não bate no peito. É gente que não exige, mas que está. Está nos bairros, nos transportes, nas filas, nos corredores dos supermercados, à porta de lojas. É “aquela gente” que vive ao nosso lado, no nosso prédio, mas que raramente vemos, nem queremos ver! [Texto de Júlia Costa].

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Mariam, Nurjaha, Aisha, Shahista, Nesrine, Taslima, Mariama, Rucssana, Zohra, Fátima, Amrin, Vera, Cristina, Haula, Shahina, Soraia, Zeinab, Francelina, Sarika, Joana, Sara. Esta lista de nomes, sim, é pública e pode ser partilhada. São nomes de mulheres que se definem como “portuguesas, muçulmanas, livres”, e que decidiram dar a cara para mostrar algo que para elas sempre foi claro: “é possível viver plenamente a identidade portuguesa e a fé islâmica, sem que uma anule a outra”.

Testemunho

E que tal o ambiente na escola? Podia ser melhor!

Conversámos com a Sara, 12 anos, sobre algo que a preocupa: o ambiente na escola que frequenta, que nem sempre é o melhor. No  testemunho que abaixo transcrevemos, ela fala-nos sobre o que considera estar errado e dá sugestões para solucionar alguns dos problemas.

E se articulassem Educação Moral e Religiosa Católica com Cidadania e Desenvolvimento?

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Tocou-nos o artigo publicado a 19 de setembro sobre o tema das aulas de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), sua secundarização no currículo e decréscimo acentuado da frequência, como nos preocupa a resignação, pelo menos aparente, com que a situação é encarada por quem tem responsabilidades no assunto. [Texto de Ângelo Soares e Maria Artur]

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Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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