São mais de duas mil as sepulturas localizadas ao longo do percurso daquele que se prevê que venha a ser o maior oleoduto do mundo, cruzando o Uganda e a Tanzânia. Com a sua construção, a cargo da petrolífera francesa TotalEnergies, a maioria destes túmulos está a ser destruída, danificada ou relocalizada, “sem qualquer respeito pelos ritos e tradições funerárias locais”, denunciou esta quinta-feira, 9 de novembro, a ONG inter-religiosa GreenFaith.










