Há um cidadão nos Estados Unidos da América a quem os média chamam o “czar da fronteira”, que deveria estar, neste momento, com um problema de consciência. Chama-se Tom Homan, foi diretor interino do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, no primeiro mandato de Donald Trump e acaba de ser nomeado pelo presidente eleito para executar uma política de “deportação em massa” dos imigrantes indocumentados daquele país.










