Perante as imagens de devastação de um país como a Venezuela, que já enfrentava uma profunda crise económica, social e política que afetava seriamente os cidadãos e os serviços básicos, é difícil não cair na tentação de pensar num abandono divino. Aqui e ali, surge a inquietação: “Porquê, meu Deus?”; “Então, e Deus, estava onde?”. [Texto de Júlia Costa]












