AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Desamores, dores e redenção

Desamores, dores e redenção

Habituamo-nos a tudo na vida, até a ter a alma em frangalhos, cheia de dores, pisaduras, feridas novas e velhas, algumas ainda com sangue a jorrar. Como são dores na alma, não sabemos o que fazer com elas e vamo-las mascarando com distrações várias, pecúlios, alegrias breves e ilusões de felicidade, numa superficialidade tão mais evidente quanto mais fundo é o abismo que levamos dentro.

O teatro da vida na leitura cristã de Luís Miguel Cintra

O teatro da vida na leitura cristã de Luís Miguel Cintra

A revista E, do Expresso, deste fim-de-semana traz em várias páginas a súmula de mais de duas horas de conversa de Luís Miguel Cintra com a jornalista Luciana Leiderfarb, com as imagens da objetiva do repórter António Pedro Ferreira. Destaca-se dela não só uma grande personalidade do teatro, mas também uma pessoa de enorme sensibilidade e riqueza humanas.

Saberei ser quem sou?

Saberei ser quem sou?

Que me fosse concedido o desejo de aquietar a consciência, aquele dom invejável dos sábios discretos;
às tantas, vivo cansada de uma mente desobediente a perturbar cada instante que a vida me dispõe.

A espiral da vida

A espiral da vida

Com muitas ou poucas aventuras, a espiral da vida tem uma peculiaridade: para quem nos observe e para o próprio, não estamos sempre a subir: podemos voltar muito abaixo do nível alcançado. Mas se o desejo não morreu, esta sensação apenas indica que a riqueza das experiências vividas não está a ser devidamente digerida. Na realidade, estaremos a subir: em breve, a energia acumulada nos faz subir com mais força e resiliência.

Na corda bamba

Na corda bamba

É fascinante ir descobrindo como a vida é cheia de contrastes e como eles nos fazem falta. Sem a noite não desejaríamos o dia, sem chuva não apreciaríamos o sol, sem o mal não reconheceríamos o bem, sem tristeza não sentiríamos alegria…
Alegria e tristeza.

Desamores, dores e redenção

Desamores, dores e redenção

Habituamo-nos a tudo na vida, até a ter a alma em frangalhos, cheia de dores, pisaduras, feridas novas e velhas, algumas ainda com sangue a jorrar. Como são dores na alma, não sabemos o que fazer com elas e vamo-las mascarando com distrações várias, pecúlios, alegrias breves e ilusões de felicidade, numa superficialidade tão mais evidente quanto mais fundo é o abismo que levamos dentro.

O teatro da vida na leitura cristã de Luís Miguel Cintra

O teatro da vida na leitura cristã de Luís Miguel Cintra

A revista E, do Expresso, deste fim-de-semana traz em várias páginas a súmula de mais de duas horas de conversa de Luís Miguel Cintra com a jornalista Luciana Leiderfarb, com as imagens da objetiva do repórter António Pedro Ferreira. Destaca-se dela não só uma grande personalidade do teatro, mas também uma pessoa de enorme sensibilidade e riqueza humanas.

Saberei ser quem sou?

Saberei ser quem sou?

Que me fosse concedido o desejo de aquietar a consciência, aquele dom invejável dos sábios discretos;
às tantas, vivo cansada de uma mente desobediente a perturbar cada instante que a vida me dispõe.

A espiral da vida

A espiral da vida

Com muitas ou poucas aventuras, a espiral da vida tem uma peculiaridade: para quem nos observe e para o próprio, não estamos sempre a subir: podemos voltar muito abaixo do nível alcançado. Mas se o desejo não morreu, esta sensação apenas indica que a riqueza das experiências vividas não está a ser devidamente digerida. Na realidade, estaremos a subir: em breve, a energia acumulada nos faz subir com mais força e resiliência.

Na corda bamba

Na corda bamba

É fascinante ir descobrindo como a vida é cheia de contrastes e como eles nos fazem falta. Sem a noite não desejaríamos o dia, sem chuva não apreciaríamos o sol, sem o mal não reconheceríamos o bem, sem tristeza não sentiríamos alegria…
Alegria e tristeza.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest