A pouco mais de duas semanas de se completar um ano sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia, o chefe da Igreja Greco-católica Ucraniana e arcebispo de Kiev, Sviatoslav Shevchuk, e o núncio apostólico no país, Visvaldas Kulbokas, foram desafiados a explicar, numa conferência online promovida pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) nesta quinta-feira, 8 de fevereiro, como tem sido possível sobreviver, durante todo este tempo, à guerra. A resposta foi unânime: com base na solidariedade, na esperança… e em milagres.






